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Rede
Brasileira de Tecnologia de Biodiesel reúne-se hoje e amanhã em Brasília |
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A
introdução do biodiesel na matriz energética brasileira e a inserção do novo
biocombustível no mercado serão os assuntos discutidos durante a 1ª Reunião
da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel hoje (29) e amanhã (30) no
Hotel Blue Tree Park em Brasília.
Na ocasião será lançado o Portal da Rede e do Programa Nacional de Produção
e Uso de Biodiesel que servirá para difundir informações a respeito do
programa e promover a articulação e a comunicação de forma mais ágil entre
os agentes envolvidos.
O objetivo da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel, coordenada pelo
Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), é consolidar um sistema de
gerenciamento para permitir a harmonização de esforços e otimização dos
investimentos públicos. Durante o evento serão apresentadas experiências de
redes de ciência e tecnologia, do site e do escritório virtual da Rede
Brasileira de Tecnologia de Biodiesel. Também serão realizados dois painéis.
Um deles apresentará projetos de pesquisa e desenvolvimento nos 22 estados
envolvidos com as pesquisas do biodiesel.
Dentre os
participantes podemos destacar a presença de vários experts no assunto, e do
estado de São Paulo teremos a presença do Presidente da Câmara Setorial de
Biocombustíveis do Estado de São Paulo, o
Prof. Dr. Miguel Dabdoub, atualmente professor da USP-Ribeirão Preto e
coordenador do LADETEL.
Fonte:
A Redação
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Projeto cata-óleo em Cândia |
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No dia 23,
quarta-feira, ocorreu o lançamento do projeto Cata-Óleo na escola estadual
“Profa.Dolores Martins de Castro” em Cândia, distrito de Pontal, região de
Ribeirão Preto – SP. O projeto consiste em coletar óleo residual produzido
no próprio distrito afim de transformá-lo em fonte de energia limpa e
renovável (biodiesel) que reverterá benefícios diretos àquela comunidade e o
seu meio ambiente.
Segundo um dos responsáveis pelo
evento, o químico e professor Altamiro Xavier de Souza, membro do NESA, a
coleta de óleo residual fará parte de um projeto integrado de ações
ambientais envolvendo educadores da escola
e a população local. Essas atividades serão registradas pelos próprios
alunos para a produção de um vídeo educativo que contará com um curso de
cinema oferecido pelo NESA. “É a primeira localidade que recebe o Cata-Óleo
feito pelo modelo educacional do NESA constituindo-se numa etapa piloto para
as outras ações ambientais”, comenta Altamiro.
O lançamento é uma iniciativa comum
do NESA (Núcleo de Educação Sócio-Ambiental)"Prof.Leandro Eduardo de Souza"
com o LADETEL (Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas) do Dpto
de Química da USP de
Ribeirão Preto - mesma equipe responsável pelo projeto BiodieselBrasil - e a
comunidade escolar de Cândia.
No dia 02 de abril, o trabalho do
Cata-Óleo se estenderá ao extremo sul de São Paulo, no bairro Colônia
Paulista, região de Parelheiros. Essa empreitada também contará com o
apoio local da Unidade Serra do Mar do
NESA que já realiza outros projetos sociais naquela mesma região. No dia 16
de abril em Ribeirão Preto, será debatido o projeto educacional do Cata-Oléo
contando com a presença do público em geral e educadores ambientais que
participam do “ProsEAndo”, uma ação conjunta de diversas ONGs da região.
Maiores informações acesse
www.nesa.org.br ou
www.biodieselbrasil.com.br
Fonte: A
Redação - Marcelo Botosso
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Senado vota projeto que institui Programa Nacional de Microcrédito
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Brasília -
O Senado promove sessão plenária às 14 horas para apreciar e votar o projeto
de conversão da medida provisória que institui o Programa Nacional de
Microcrédito Produtivo Orientado. Também será apreciado o projeto que dispõe
sobre o Registro Especial, na Secretaria da Receita Federal, de produtor ou
importador de biodiesel e da incidência da contribuição para o PIS/Pasep e
da Cofins sobre as receitas decorrentes da venda desse produto. Na pauta,
ainda, a primeira sessão de discussão, em segundo turno, da Proposta de
Emenda Constitucional (PEC) nº 57/03, que institui o Plano Nacional de
Cultura.
Fonte: Agência
Brasil
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Alternativas
para a nova matriz energética |
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O óleo de soja,
o milho e o algodão são matérias-primas alternativas para a chamada
agricultura energética.
Os grãos e a fibra podem ser utilizados para a fabricação de biodiesel como
fonte de combustível renovável e para combater a escassez de energia no
futuro.
O biodiesel, visto como um produto que pode abrandar a poluição nas grandes
cidades do mundo, também tende a diminuir a dependência do Brasil na
importação de óleo diesel.
Além disso, o País pode colaborar para a redução da emissão de gases que
provocam o "efeito estufa". Tal medida atende ao Protocolo de Quioto, acordo
internacional para o controle de gases poluentes na atmosfera entrou em
vigor em fevereiro de 2005.
De acordo com o protocolo, os países desenvolvidos precisam reduzir a
emissão de gases no período de 2008 a 2012 em, pelo menos, 5,2% em relação
aos níveis registrados em 1990.
O documento complementa a convenção da Organização das Nações Unidas (ONU)
sobre a mudança do clima no planeta, assinada na Eco-92, Conferência das
Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro em 1992. O
documento foi aberto para assinaturas em 1997, em Quioto, no Japão, durante
a 3 Conferência das Partes da Convenção.
Em dezembro de 2004, o governo brasileiro lançou o Programa Nacional de
Produção e Uso do Biodiesel, com a meta de misturar 2% de óleo vegetal ao
diesel do petróleo.
A expectativa é de economizar, nos primeiros três anos, US$ 160 milhões
anuais com o volume de 800 milhões de litros. Os números devem subir para
US$ 400 milhões e 2 bilhões de litros, quando a mistura passar a 5% de óleo
vegetal.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Para maiores
informações, visite o Portal Biodiesel Brasil,
www.biodieselbrasil.com.br
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