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A Agrishow do
biodiesel
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Orgãos
públicos e empresas assinaram convênio para uso da nova forma de
energia.

A
diversidade da Agrishow Ribeirão Preto - Feira Internacional de
Tecnologia Agrícola cedeu espaço de honra para o assunto do momento. O
biodiesel
- ou a bioenergia, como faz questão de exaltar o ministro da
Agricultura, Roberto Rodrigues - roubou a cena da maior feira de
agronegócios da América Latina. A mostra comprovou que tanto as
indústrias de máquinas quanto a organização do evento estão atentas a
essa nova opção de mercado em potencial. Alternativa que ganhou maior
fôlego a partir do lançamento do Projeto de Biodiesel do
Governo Federal.
- Em 2004, a Agrishow foi palco do lançamento nacional do projeto e
todos os veículos a diesel dentro da feira foram movidos com o
Biodiesel de soja fornecido pelo LADETEL da USP de Ribeirão
Preto. Agora incentivou a presença de empresas que acreditam na
proposta - ressaltou o presidente do Sistema Agrishow, Sérgio
Magalhães.
E
as empresas se fizeram presentes na terra da cana. Diante deste
cenário, investimentos em pesquisas, projetos e parcerias começam a
pipocar. Um exemplo foi assinatura de convênio entre Ministério da
Agricultura, Secretaria da Agricultura de São Paulo, LADETEL da
Universidade de São Paulo (USP), Valtra do Brasil, UNESP de
Jaboticabal, Delphi, Coopercitrus, Texaco e Usina Catanduva. O
foco é ampliar os estudos sobre o uso de
biodiesel
como combustível principal de tratores agrícolas. A Valtra, que
deu início ao desenvolvimento do motor a
biodiesel
há três anos, quer colher dados concretos para validação e homologação
junto à Agência Nacional de Petróleo (ANP).
A Cummins, uma das maiores fabricantes de motores a diesel do
mundo, também despertou para o combustível a base de óleos vegetais.
Com sede em Guarulhos, usa 5% de mistura de
biodiesel
nos seus motores e mantém nos Estados Unidos um dos maiores centros
internacionais de pesquisas do combustível.
No
Exterior, estamos testando a utilização da colza e do óleo de
girassol. No Brasil, temos projetos da mamona no Ceará e em
Ribeirão Preto-SP junto com o LADETEL e a Bebidas
Ipiranga, que também testa o biodiesel de soja, e do óleo derivado
da batata frita no Rio de Janeiro - informou o diretor de
vendas e marketing da Cummins, Luiz Pasquotto.
Um
combustível limpo e 100% renovável. Essa é a principal vantagem para
Miguel Dabdoub, presidente da Câmara de Biodiesel do Estado
de São Paulo. A chamada energia limpa está sendo considerada hoje
um marco para a economia agrícola do país.
- O petróleo é um bem escasso e controlado por poucos, enquanto que o
biodiesel é eficaz e acessível. Os países desenvolvidos
consideram a tecnologia como uma ameaça - considerou o ministro.
Rodrigues viu na própria Agrishow uma de suas projeções
concretizar-se. O primeiro passo para que a tecnologia seja usada em
larga escala na aviação agrícola já foi dado pela Neiva/Embraer, que
está apresentando o Ipanemão EMB 202 - o primeiro avião agrícola
movido a álcool. A empresa comemorou esta semana, por meio da sua
representante gaúcha, a Aero Agrícola Santos Dumont, a entrega
no município de São Borja da primeira aeronave agrícola a
álcool no Rio Grande do Sul. Um sinal de que o setor está
ingressando na rota do biodiesel.
Fonte: Zero Hora -
Adriana Langon
enviada especial/Ribeirão Preto
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Pesquisador Mineiro na Agrishow |
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A edição da agrishow de 2005 deixou explicito os
avanços do LADETEL (Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias
Limpas) da USP de Ribeirão Preto no seu amplo programa de testes
graças aos seus parceiros e pesquisadores formando o projeto
BiodieselBrasil coordenado pelo Prof. Dr. Miguel Dabdoub,
presidente da câmara setorial de biocombustíveis do estado de São Paulo.
Entre parceiros e pesquisadores do projeto
BiodieselBrasil a presença do Prof. Dr. Sandro Barbosa das
Faculdades Integradas de Diamantina (Fafeid) foi um dos destaques nesta
semana de feira, mostrando a amplitude do projeto. “O desenvolvimento
do vale do Jequitinhonha é de grande importância e deve ser uma das
prioridades do governo por ser uma das regiões mais pobres do país”,
diz o Dr. Sandro Barbosa.
A proposta do projeto é a produção de Biodiesel a
partir do Pequi, fruto de grande abundancia nesta região, promovendo
inclusão social e desenvolvimento sustentável através do extrativismo
gerando empregos e implementando a área agrícola. Desde sua criação, a
Fafeid vem desenvolvendo um importante trabalho de ensino, pesquisa e
extensão, priorizando sempre a prestação de serviços à população carente do
Vale do Jequitinhonha, e agora mais do que nunca com a implantação do
Biodiesel na região almeja a ampliação dos objetivos institucionais,
redimensionando o campo de atividades do conhecimento que constituem o
objeto de atuação da Fafeid.
Fonte: A Redação
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CUMMINS TESTA
BIODIESEL |
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A
atuação vanguardista da Cummins não se restringe apenas aos avanços
tecnológicos relativos à produção dos motores. Ela vem participando também
das pesquisas sobre novos combustíveis. Uma delas é a do biodiesel,
combustível a base de óleos vegetais que vem ganhando destaque como
alternativa energética e que conta inclusive com o apoio do governo federal.
Na mais antiga dessas experiências, realizada em parceria com a
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Cummins monitora
o desempenho dos motores de quatro caminhões utilizados na coleta de lixo da
cidade do Rio de Janeiro e que operam com 5% de biodiesel misturado
ao combustível convencional.
Rodando há cerca de um ano, os
caminhões, que utilizam motores mecânicos da Série B, não apresentaram
nenhuma distorção em razão do uso do biodiesel. “Num teste recente, feito
pela outra parceira no projeto, a fabricante de componente eletrônico
Bosch, não foi detectada nenhuma anomalia”, informa o engenheiro
Raimundo Nóbrega, da área de desenvolvimento de motores e combustíveis
alternativos da Cummins. Além disso, Nóbrega ressalta ainda o
aspecto ambiental do uso de um combustível cuja produção é baseada em fonte
renovável de energia e não esgotável como é o caso do combustível
convencional, a base de petróleo.

Além
dessa experiência, realizada no Rio de Janeiro, a Cummins deve
começar, ainda este ano, o monitoramento de dois caminhões de uma frota
total de 140 veículos da empresa Refrescos Ipiranga, engarrafadora
Coca-Cola de Ribeirão Preto (SP), que também utilizarão biodiesel como
combustível em caráter experimental. Esse projeto é coordenado pelo
LADETEL da USP de Ribeirão Preto, o mesmo que fornece o biodiesel,
o combustível a ser utilizado será a partir da mamona e da soja.
Em ambos os
projetos, a Cummins não está sozinha colocando seus motores em teste
diante do novo combustível. Outros concorrentes fazem a mesma coisa. Toda
essa movimentação faz parte de um esforço do governo para deslanchar um
programa amplo e nacional de introdução do novo combustível na matriz
energética do país. Pelo cronograma governamental, a partir deste ano as
empresas têm a opção, por lei, de acrescentar 2% de biodiesel ao
combustível que movimenta caminhões; em 2008 isso tornar-se obrigatório e, a
partir de 2013, o percentual sobe de 2% para 5%.
Uma
preocupação da Cummins com a realização desses testes é assegurar,
desde já, a qualidade do combustível utilizado. “Isso terá de ser
muito bem regulamentado pelo governo para assegurar que o combustível
mantenha suas características físico-químicas de forma a não prejudicar os
componentes do equipamento”, firma Nóbrega. Em sua avaliação,
a tendência futura é bastante promissora quanto o uso em escala comercial
desse tipo de combustível
Fonte: Assessoria Cummins |
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Biodiesel: O Balanço da agrishow
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O biodiesel foi mais uma vez um
dos destaques da Agrishow 2005 realizada na Cidade de Ribeirão Preto
de 16 a 21 de Maio.
Seguindo
a tendência iniciada no ano de 2004 quando a feira foi inteiramente abastecida
com 5% de biodiesel, inclusive o trenzinho que levava os passagerios e
transportou o presidente e toda sua comitiva, o biodiesel em questão foi
fornecido então Pelo LADETEL-USP/Ribeirão, um dos laboratórios pioneiros
na fabricação deste combustível utilizando o álcool de cana, e o um dos únicos
centros no Brasil que realiza testes veiculares com esse Biodiesel.

Neste ano não foi diferente, O
Biodiesel esteve presente em vários locais da feira, ele foi responsável
pelo abastecimento de todos
os
tratores Valtra na dinâmica
de campo e
demonstrações,
esteve presente no funcionamento de geradores e moto-bombas no Stand da
Branco geradores, movimentou todas as Ford Rangers oficiais de transporte da
feira, bem como foi um dos principais temas nos stands das empresas
Cummins e Delphi, além
de movimentar todos os caminhões de entrega de refrigerantes da empresa
Bebidas Ipiranga (engarrafadora Coca-Cola).
O Biodiesel da USP-Ribeirão
também esteve presente no stand de Bioenergia,
expondo
os veículos que são
movidos a esse combustível, entre eles estavam o Xsara Picasso e o
Peugeot 206 movidos a B30 das montadoras Peugeot e Citroen, o
caminhão da Bebidas Ipiranga movido a B5, um trator da Valtra,
que foi movimentado com diferentes concentrações do biodiesel, além de uma
Ford Ranger, movimentada com B5.

Além dos veículos o stand também contava com a presença da USP-ESALQ, e
da UFSCAR, ambas demonstrando as variedades de plantas com potenciais
energéticos.
Além
destas atividades também foi o foco principal a assinatura de um convênio entre
a Valtra, LADETEL-USP/Ribeirão, Cooppercitrus, Unesp de Jaboticabal, Delphi,
Texaco e Usina Catanduva.
Desta forma mais uma vez o programa de
Biodiesel no estado de São Paulo coordenado pela Câmara Setorial
dos Biocombustíveis, subordinada a Secretaria da agricultura do Estado
se mostra sólido e sério, servindo de exemplo nos segmentos de transporte e
agora com esse convênio também no segmento agrícola.
Fonte: A Redação
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Smith nega linha
no BNB para biodiesel |
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O presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Roberto Smith,
surpreendeu ontem os membros da Comissão de Desenvolvimento Regional do
Senado ao afirmar que não há nenhuma linha de financiamento aberta pelo BNB
para a produção de biodiesel
de mamona.
Em audiência pública promovida pela comissão, Smith disse que os técnicos
da instituição têm dúvidas sobre a segurança na produção, a capacidade de
fornecimento e a produtividade da lavoura no Nordeste. Ele informou que,
no momento, o banco examina apenas a possibilidade de financiar uma usina
modelo para fazer uma avaliação técnica do projeto de produção do
combustível e que ainda não há um valor estimado para este financiamento.
A surpresa dos senadores deve-se ao fato de que, recentemente, eles
aprovaram uma medida provisória que prevê benefícios tributários aos
produtores nordestinos de biodiesel.
A respectiva lei foi sancionada na quarta-feira pelo presidente Luiz
Inácio Lula da Silva. O senador César Borges (PFL-BA) e a
senadora Patrícia Sabóia (PPS-CE) afirmaram que votaram a favor do
projeto, seguros de que haveria financiamento do BNB para ele. O presidente
do BNDES, Guido Mantega, tentou minorar a perplexidade dos
parlamentares, afirmando que está sendo feito um levantamento e que
''os percalços técnicos poderão ser superados''.
Smith informou que iria reunir-se com a ministra de Minas e
Energia, Dilma Rousseff, para apresentar a ela as dificuldades técnicas
que o banco enfrenta para financiar esse tipo de projeto. ''Isso não
significa uma negação à proposta, mas temos que ter certeza do que estamos
financiando e do risco que estamos correndo'', afirmou, depois de admitir
que tinha dúvidas ''sobre projetos redentoristas'', referindo-se às
vantagens e facilidades anunciadas pelo governo com a produção de
biodiesel no
Nordeste.
No governo, existe um confronto de propostas em relação à produção do
biodiesel.
Enquanto alguns setores vêem o projeto como inserido no agronegócio, o
Ministério de Minas e Energia apresenta uma formulação de inclusão social,
modulando o projeto para que ele seja dirigido a pequenos produtores. Daí o
direcionamento para a produção de mamona, uma agricultura rude que produz
com facilidade e com pouca tecnologia.
Fonte:
James
Allen - da Agência Estado
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Ceará quer
dinheiro para mamona |
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Saindo
em defesa do projeto do biodiesel de mamona, a senadora Patrícia Saboya diz
esperar que o governo Lula mantenha a promessa de executar o projeto e que o
Banco do Nordeste financie os produtores nordestinos, conforme prevê medida
provisória aprovada recentemente no Senado
O
depoimento do presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Roberto Smith,
afirmando não haver nenhuma
linha
de financiamento aberta pelo banco para a produção de
biodiesel de mamona,
repercutiu negativamente entre os parlamentares cearenses. Principais defensores
do projeto, que deverá beneficar a agricultura familiar no semi-árido
nordestino, os parlamentares querem o cumprimento da promessa do presidente
Luiz Inácio Lula da Silva de que o
biodiesel sairá do papel.
Em reunião com os membros da Comissão de Desenvolvimento Regional do Senado,
Smith disse que os técnicos do BNB estariam com dúvidas sobre a segurança na
produção, a capacidade de fornecimento e a produtividade da lavoura no Nordeste.
E tratou como ''projetos redentoristas'' as vantagens e facilidades anunciadas
pelo governo com a produção de biodiesel
no Nordeste. ''Isso não significa uma negação à proposta, mas temos que
ter certeza do que estamos financiando'', afirmou em seguida.
Palavras que deixaram a senadora Patrícia Saboya (ex-PPS) surpresa.
''Ficamos muitos preocupados, porque a idéia que se vendeu era que o projeto
tinha condição de rapidamente se consolidar'', comentou. A senadora destacou
que ela e o deputado federal Ariosto Holanda (PSDB) trabalharam pela
aprovação do projeto e para ter modificações que beneficiem exclusivamente a
região do semi-árido, fortalecendo a agricultura familiar. Ariosto foi
relator do projeto de lei que torna obrigatória adição de, no mínimo, 2% de óleo
de origem vegetal ao combustível vendido no País e é um dos maiores defensores
da utilização do biodiesel
como forma de reduzir a dependência energética do País.
''É uma forma de inclusão social e o próprio Lula tem dito que o projeto é
a redenção para o Nordeste'', afirmou Patrícia Saboya. A senadora se diz
confiante que o presidente Lula vai assegurar a viabilidade do projeto, o que
permitirá ao BNB abrir uma linha de crédito. ''Smith não negou a possibilidade
de financiamento''.
Recentemente o Senado aprovou medida provisória que prevê benefícios tributários
aos produtores nordestinos de biodiesel.
Uma das emendas ao projeto feitas pela senadora está relacionada ao
financiamento de 10 mini-usinas de biodiesel
para o interior cearense. Os dois parlamentares cearenses destacam os benefícios
sociais do biodiesel,
como a abertura de postos de trabalho, lembrando que o povo do interior já tem
conhecimento sobre a mamona.
Fonte:
O Povo - Moema Soares
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Lula promete
obras para o Estado |
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Presidente se encontrou com o governador Jarbas e prometeu a refinaria de
petróleo, a Transnordestina e fábricas de biodiesel
Promessas e mais promessas. Esse foi o resultado da audiência que o
governador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) teve com o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva (PT) ontem, em Brasília. O presidente se
comprometeu a visitar Pernambuco em julho, quando deverá anunciar decisões
sobre refinaria, Transnordestina e fábricas de
biodiesel.
Lula não confirmou ainda a instalação da refinaria da Petrobras e
PDVSA, estatal venezuelana de petróleo, em Pernambuco. Mas o presidente
disse que iria anunciar a localização da refinaria em julho, em visita ao
Estado, com a presença de integrantes da PDVSA e Petrobras. O presidente
Hugo Chávez também é esperado, no que deve se transformar um palanque
político para Lula, e essa seria a razão de adiar o anúncio.
Antes de viajar para o funeral do papa João Paulo II em Roma, durante
escala técnica no aeroporto dos Guararapes, o presidente disse que estaria
em Pernambuco no mês de maio para trazer “boas notícias”.
Lula também inclui no pacote de anúncios que pretende realizar no mês de
julho a retomada do projeto da Transnordestina e da construção de fábricas
processadoras de biodiesel.
A alternativa energética deverá contar com várias fábricas no Nordeste, com
uma unidade garantida em Pernambuco. Não foram discutidos detalhes dos
projetos, como o traçado da Transnordestina.
SUAPE
– Um dos principais pedidos de Jarbas na visita a Lula eram mais
recursos para o porto de Suape. O Complexo Industrial Portuário está
recebendo um enorme contingente de investimentos, com a instalação de um
estaleiro do grupo Camargo Corrêa, o pólo de poliéster da Mossi & Guisolfi e
a provável refinaria. O governo do Estado está gastando para melhorar a
infra-estrutura do porto, como a construção de um acesso ao local que
abrigará o estaleiro, ao custo de R$ 89 milhões. E Jarbas foi pedir recursos
para completar essas obras.
O presidente se comprometeu em interceder ao Ministério dos Transportes para
assegurar os repasses já programados do orçamento e tentar incluir Suape no
plano-piloto de investimentos acordados com o Fundo Monetário Internacional.
Trata-se da segunda vez em que Jarbas faz esse pedido a Lula,
sem resposta conclusiva até o momento.
Fonte:
Jornal do Comércio
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Projeto
combate pobreza |

Italiano radicado em Barbacena, a 173 quilômetros de Belo Horizonte, desde
de 1995, Marco Roberto Bertoli vai colocar em prática mais um ambicioso
projeto social: a Fuserman – Refinaria Nacional de Petróleo Vegetal Ltda. A
usina, às margens da BR-040, entrará em operação em janeiro de 2006. Bertoli
também é fundador da Sociedade São Miguel Arcanjo, que acolhe 370 crianças e
adolescentes carentes.
A refinaria será a segunda de Minas – a primeira funciona em Cássia, no Sul
do Estado – e a terceira do País a produzir
biodiesel em
larga escala, um passo para o desenvolvimento no Estado do combustível
ecológico. A diferença é que a Fuserman vai ser pioneira pela filosofia
operacional escolhida. O empreendimento prevê o desenvolvimento de quatro
metas: social (produção de biodiesel
como inclusão social), econômica (geração de emprego e riquezas),
político-estratégica (estímulo à auto-sustentabilidade do País) e ambiental
(combustível ecológico).
“Vamos voltar à origem do problema. Não queremos passar a vida medicando
doenças, mas sim, prevenindo-as”, diz Bertoli. Enquanto administrava a
fazenda de 320 hectares, sede da entidade filantrópica que criou, o italiano
percebeu que o êxodo rural ainda está na raiz de algumas das mazelas
brasileiras, como a favelização, a fome e o desemprego. Há dois anos,
começou a se interessar pelo biodiesel,
ao perceber que poderia conseguir dividendos sociais com o combustível de
fonte renovável.
HOMEM NO CAMPO “O projeto de implantação de uma refinaria de
biodiesel tem
como base a mesma filosofia da Sociedade São Miguel Arcanjo, porque são
instrumentos de fixação do homem no campo, de geração de emprego e renda”,
explica. Após um ano de negociação, Bertoli firmou contrato com a Soyminas,
do grupo Biobrás, instalada no Sul de Minas, para a aquisição de
equipamentos e tecnologia para produzir
biodiesel. “Para nós, o
biodiesel não tem
finalidade de enriquecimento. Será um instrumento de transformação e de
revolução da agricultura familiar”, alega.
Quando estiver em pleno funcionamento, a Fuserman vai empregar cerca de 20
pessoas entre técnicos, auxiliares e funcionários de escritório. Mas é no
campo que Bertoli pretende causar grande impacto social. Estima-se que serão
gerados aproximadamente 3 mil empregos indiretos somente na primeira fase do
projeto, que envolve, atualmente, cerca de 700 famílias agrícolas em 42
municípios do Campo das Vertentes.
Fonte: O Estado de Minas -
Ricardo Beghini
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Biodiesel tem
produção garantida |
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A
informação do presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB),
Roberto Smith, acerca da falta de recursos da instituição para financiar
a produção de biodiesel
não trará impactos ao Programa de Biodiesel no Rio Grande do Norte,
segundo a Petrobras e a Emater (Instituto de Assistência Técnica e
Extensão Rural do RN).
De acordo com a assessoria de comunicação da Petrobras para a Unidade
de Negócios para o Rio Grande do Norte e Ceará, a parte de
desenvolvimento tecnológico e pesquisa para obtenção de
biodiesel a
partir da mamona é custeada com recursos da própria companhia. Por isso não
sofrerá qualquer impacto por falta de dinheiro oriundo de instituições
financeiras.
Na área social e de acompanhamento às áreas de cultivo de mamona, onde a
Emater-RN realiza o acompanhamento técnico, a falta de recursos do
BNB também não considerada uma ameaça porque boa parte do dinheiro vem
de outras instituições bancárias. Segundo o gestor de mamona da Emater-RN,
Domingos Sávio Cabral, as três mil famílias assistidas no Estado não
serão prejudicadas.
“Há outras instituições, como o Banco do Brasil, com as quais já temos
parceria e linhas de financiamento das pesquisas”, disse o gestor.
Na quarta-feira passada, Smith disse que os técnicos do BNB
têm dúvidas sobre a segurança na produção, a capacidade de fornecimento e a
produtividade da lavoura de mamona no Nordeste. O banco está analisando
apenas a possibilidade de financiar uma usina modelo para fazer uma
avaliação técnica do projeto de produção do combustível e que ainda não há
um valor estimado para este financiamento. A Petrobras desenvolve
duas plantas de biodiesel
a partir do óleo da mamona - uma delas prestes a iniciar a pré-operação
comercial - e garante a compra parcial da produção da mamona produzida em
assentamentos rurais. Segundo a Emater-RN, o plantio com
acompanhamento técnico ocorre em 28 municípios
Fonte:
A Tribuna do Norte
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MWM-International aposta na utilização do
biodiesel na Agrishow |
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A MWM-International
fecha mais um acordo para a avaliação da utilização do biodiesel como
combustível no País. Em parceria com a Ford, e com o LADETEL
serão analisados os efeitos do biodiesel etílico de mamona e de soja na
proporção de 5% (B5 – adição de 5% de biodiesel ao óleo diesel
convencional).“Com esta composição, o Brasil deve reduzir em mais de
30% as importações de óleo diesel, cerca de 6 bilhões de litros, e gerar uma
economia anual de US$ 350 milhões”, explica José Eduardo Luzzi,
diretor-executivo de Vendas e Marketing da MWM-International.
A empresa vai disponibilizar
três motores Power Stroke 3.0 L Electronic, que equipam a Ford Ranger, para
os testes. Os três veículos rodarão durante o período de um ano, sendo
abastecidos um com o combustível à base de mamona, outro extraído de soja e
o terceiro com diesel convencional, que servirá como parâmetro nas
avaliações.
As medições de performance e
emissões realizadas antes e depois dos testes, bem como a análise do motor e
a elaboração dos relatórios após o término da rodagem, ficarão sob a
responsabilidade da MWM-International. A empresa também
disponibilizará uma equipe e infra-estrutura para o planejamento e
acompanhamento do projeto.

“Este trabalho vem para
complementar todo o investimento feito pela empresa para analisar a
eficiência deste novo combustível, que deve gerar um grande número de
empregos em diferentes regiões do País”, complementa Luzzi.
Além do lançamento deste projeto
na Agrishow, a MWM-International está presente no estande da Bioenergia
junto com LADETEL, localizado na rua G 17. Uma picape Ford Ranger,
equipada com motor Power Stroke 3.0 L Electronic, ilustrará o apoio da
empresa ao Biodiesel.
Participação ativa
A MWM-International apóia
projetos de Biodiesel em todo o País. A empresa participa do Projeto
BiodieselBrasil, desenvolvido pelo Ladetel – USP Ribeirão Preto (Laboratório
de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas), que visa ao desenvolvimento
de métodos e processos de produção de biodiesel etílico e metílico e da
tecnologia do uso do biodiesel em motores estacionários, veiculares e
agrícolas.
A empresa também realizou a mais
completa investigação dos efeitos de utilização de biodiesel em motores de
alta rotação, em parceria com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e
o Ladetel. Neste trabalho foi avaliado o uso de misturas B2, B5, B25 e B100
em propulsores HS 2.8L.

Ainda dentro do projeto
BiodieselBrasil, a MWM-International doou dois motores MWM 4.10
TCA para testes com a mistura B5. Os propulsores, que equipam os caminhões
VW 8.120, rodarão durante um ano, até dezembro de 2005, com o combustível,
sendo um com biodiesel de soja e outro com mamona. Além destes veículos
também fazem parte do projeto mais dois
caminhões VW 8.140, equipados com o MWM 4.10 T, todos da frota da
empresa Companhia de Bebidas Ipiranga (engarrafadora Coca-Cola), com
sede em Ribeirão Preto (SP).
Estes testes contam com a maior
frota movida a biodiesel no Brasil, com aproximadamente 140 caminhões, sendo
grande parte com motores MWM-International. Deste total, oito
veículos estão sendo monitorados e os resultados servirão de parâmetro para
a validação final do Biodiesel pelo Governo Federal.
Fonte:
Printerpress
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2O
CONGRESSO INTERNACIONAL DE BIODIESEL |
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1ª
BIODIESELWORLD
CONFERÊNCIA E EXPOSIÇÃO
DESENVOLVENDO O CONHECIMENTO E A INDÚSTRIA DO BIODIESEL
Maior evento do mundo
em Biodiesel
- Palestras
- Discussões
- Networking
- Exposição de Tecnologias de Produção e Uso do Biodiesel
Além de apresentar o
2º CONGRESSO INTERNACIONAL DE BIODIESEL
Local: Parque e Palácio do Anhembi
Data: 7 a 10 de Novembro de 2005
São Paulo – SP – BRASIL
· A Conferência e Exposição vão explorar o crescente interesse por biocombustíveis no mundo
· A Conferência contará com especialistas representando a indústria
internacional de biocombustíveis, representantes da comunidade acadêmica e
representantes de programas governamentais de biodiesel em diversos países
· A Conferência contará com a presença de especialistas na área de álcool e biodiesel como engenheiros, políticos, industriais e profissionais de marketing
· Os tópicos a serem discutidos incluem legislação energética e incentivos
governamentais para biocombustíveis, construção de plantas comerciais de biodiesel, fontes de matérias primas, conversão da biomassa, comercialização do biodiesel nos mercados de commodities e muitos outros tópicos relacionados com o
desenvolvimento da indústria do biodiesel
· Neste evento os participantes terão a oportunidade de observar as últimas
inovações na indústria do biodiesel, além de encontrarem líderes da indústria
nacional e internacional, líderes políticos e acadêmicos que estarão
participando da feira |
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