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BIODIESELWORLD
O maior evento do mundo em
Biodiesel. |
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Ministério
da Agricultura e USP: pesquisas com biodiesel
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O
ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, vai assinar hoje um
convênio com a empresa de implementos agrícolas Valtra e
LADETEL-USP/Ribeirão, Unesp de Jaboticabal, Coopercitrus, Delphi e
Usina Catanduva para a ampliação das pesquisas com o biodiesel.
A pesquisa, apelidada de Projeto BiodiselBrasil, prevê o
desenvolvimento de processos tecnológicos para produção e uso do
biodiesel em substituição ao óleo diesel e à gasolina nos motores
veiculares, agrícolas e estacionários (geradores de eletricidade e
calor, e é conduzida pelo LADETEL-USP/Ribeirão (Laboratório de
Desenvolvimento de Tecnologias Limpas), coordenado pelo presidente da
Câmara Setorial de Biocombustíveis do Estado de São Paulo, o
Prof. Dr. Miguel Dabdoub.
Para o ministro Rodrigues, o Brasil pode ser o maior produtor
deste tipo de energia porque já tem experiências com álcool e óleo de
mamona. “O biodiesel é o combustível do futuro. A grande
revolução agrícola do século 21 será a da bionergia e o Brasil lidera
este processo”.
Embaixadores de 21 países já confirmaram presença na feira para
conhecer a tecnologia brasileira. Segundo os organizadores do evento,
outras inovações sobre o tema estarão em exposição na Agrishow,
que ocorre até o próximo sábado. Esta é a maior feira de agronegócios
da América Latina. Os organizadores esperam receber mais de 150 mil
pessoas e movimentem cerca de R$ 800 milhões.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, a produção de biodiesel
significará para o país uma economia anual de US$ 160 milhões com
a importação de petróleo. A legislação atual permite a mistura de
apenas 2% do biodiesel ao óleo diesel de petróleo, mas em 2013,
segundo o governo, o percentual de adição deverá ser de 5%.
O biodiesel é um combustível pouco poluente derivado de fontes
renováveis. Ele pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de
óleos vegetais, tais como mamona, dendê (palma), girassol, babaçu,
amendoim e soja, substituindo total ou parcialmente o óleo diesel de
petróleo.
Fonte: Agência Brasil-17/05/2005
-
Lílian
de Macedo |
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VALTRA COMEÇA A TESTAR DESEMPENHO DE TRATOR A BIODIESEL
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O motor a
biodiesel começa a ser testado em tratores. O LADETEL-USP/Ribeirão, a
Valtra, desenvolvem o projeto há três anos em parceria com a Unesp de
Jaboticabal e outras entidades de pesquisa e associações agrícolas,
apresentaram na Agrishow o primeiro dos cinco tratores de 180 cv que
entrarão em uma fase de testes com 50% de mistura diesel-biodiesel para ter
o desempenho avaliado e conseguir a homologação do uso deste combustível
junto à Agência Nacional de Petróleo.
Para o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, que como padrinho
do projeto acionou o trator na área de exposição na feira, o biodiesel já é
reconhecido como alternativa econômica importante até pela indústria
automotiva, que passou a apoiar a mistura de biocombustíveis à gasolina.
"Se deram conta de que, ao apoiar o biocombustível, postergam o fim da
era do petróleo. Sempre disse que a maior loucura coletiva foi depender
dramaticamente de um combustível que vai acabar um dia e que é manipulado
por poucas empresas no mundo. Biocombustível todo mundo pode produzir",
disse o ministro.
Rodrigues contou que, além dos Estados Unidos, que demonstraram
interesse no projeto brasileiro, países europeus já produzem biodiesel com
metanol para uso em ônibus urbanos. "A Alemanha já produz 1 bilhão de
litros de biodiesel e a França, 600 milhões de litros", disse.
Segundo ele, o Brasil tem a vantagem de contar com sol na maior parte do ano
em suas lavouras, o que lhe garante capacidade de produção para uma demanda
crescente. "O mundo está debruçado sobre alternativas ao petróleo
enquanto combustível líquido", acrescentou.
Na opinião do ministro, a produção de biodiesel em larga escala não é
imediata, sendo preciso primeiro gerar demanda e ter melhores condições de
mercado. Segundo ele, o mercado interno, altamente dependente do petróleo
pela extensão territorial e opção pelo transporte rodoviário, tem esse
potencial. "Qualquer percentual de óleo diesel de origem vegetal sobre
o diesel de origem de petróleo é grande escala. Esses 3% (percentual de
mistura já acertado) no ano que vem estarão acontecendo. Com ao avanço do
biodiesel com produtos como soja, girassol e dendê entrando no circuito
muito brevemente teremos 5% no diesel brasileiro, o que é um extraordinário
avanço e um grande volume", disse.
Fonte:
Agência Estado, 18/5/05 -
Jane
Miklasevicius e Gustavo Porto
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NO CAMPO, TRATOR TRABALHA COM BIOCOMBUSTÍVEL |
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Há 20
tratores da Empresa VALTRA na parte dinâmica da Agrishow Ribeirão
Preto que estão usando biocombustível à base de soja, na proporção de 20% de
biocombustível e o restante de óleo diesel.
Conforme explica o presidente da Câmara Setorial do Biocombustível do Estado
de São Paulo, Miguel Dabdoub, “esse programa é para validar e
homologar, com a Agência Nacional do Petróleo), o uso do biocombustível B20
(mistura de 20% de biodiesel) e terá duração de um ano, para que o
fabricante dê garantia para o agricultor” .
Fonte:
O Estado de S.Paulo, 18/5/05 |
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SECRETÁRIO DA AGRICULTURA CRITICA PROGRAMA
FEDERAL DO BIODIESEL |
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Ao
participara da cerimônia de assinatura do convênio para testes de biodiesel
do Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas da USP de
Ribeirão Preto, Valtra, Unesp, Coopercitrus e Usina Catanduva, o
secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Duarte Nogueira,
afirmou que do jeito que está, o Programa Nacional do Biodiesel não atingirá
aos seus objetivos.
“Tentar incentivar os pequenos produtores com a exclusão dos grandes
não vai levar a nada”, afirmou o secretário que tinha ao seu lado o
ministro Roberto Rodrigues, da Agricultura. O próprio ministro
reconheceu que “alguns ajustes” precisam e serão feitos para
colocar o Brasil na condição de líder mundial na produção de agroenergia.
As críticas ao Programa Nacional do Biodiesel já haviam sido feitas por
ocasião do lançamento do Congresso Mundial do Biodiesel – que será
promovido no Parque Anhembi em São Paulo e integra a programação de eventos
da Feira Internacional do Setor Sucroalcooleiro – Feisucro 2005 que será
promovida de 7 a 10 de novembro – pelo presidente da Câmara Paulista dos
Biocombustíveis, Prof. Dr. Miguel Dabdoub e pelo coordenador da
Frente Parlamentar pela Energia Limpa e Renovável da Assembléia Paulista,
deputado Arnaldo Jardim.
Fonte:
Brasilagro - Ronaldo Knack, 19/5/05
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Convênio amplia pesquisa do biodiesel |
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Acordo foi assinado ontem pelo ministro Roberto Rodrigues
O ministro da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, participou,
na Agrishow 2005, da assinatura de um convênio para a ampliação de pesquisas
do uso de biodiesel em tratores. Uma das signatárias do acordo é a
Delphi.
A Delphi ––que se destacou ao desenvolver a tecnologia Multifuel,
para o uso de álcool e gasolina –– álcool –– agora trabalha nas tecnologias
tricombustível, biodiesel e de diminuição do controle de emissões.
As outras parceiras do acordo são a Valtra ––empresa de implementos
agrícolas, que trabalha na produção de energia limpa do campo –– , o
LADETEL, Laboratório de Tecnologias Limpas da Universidade de São Paulo de
Ribeirão Preto; a Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) de
Jaboticabal, a Usina Catanduva, a Coopercitrus e a Texaco.
O ministro Roberto Rodrigues tem dito que o biodiesel é o
combustível do futuro. E ele tem demonstrado isso nas ações que têm
conduzido, "A grande revolução agrícola do século 21 será a da
bioenergia", diz Rodrigues.
Fonte:
Jornal de Piracicaba
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Lula e Rossetto lançam selo social para o biodiesel |
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Uma vez com o selo, o produtor de
biodiesel terá acesso a alíquotas de
PIS e Cofins com coeficientes de redução diferenciados, acesso a melhores
condições de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES) e acesso preferencial às compras governamentais
de combustíveis. A BR Distribuidora será parceira na aquisição de
biodiesel com
o selo social. O fabricante de biodiesel
também poderá usá-lo para fins de promoção comercial de sua produção.
Para receber o selo “Combustível Social”, o produtor deverá
apresentar projeto específico junto ao Ministério do Desenvolvimento Agrário
(MDA), que o avaliará dentro das normas estabelecidas. O produtor deve
seguir os seguintes critérios: adquirir de agricultor familiar matéria-prima
para a produção de biodiesel
em uma quantidade mínima definida pelo MDA, celebrar contratos com os
agricultores familiares, especificando as condições comerciais que garantam
renda e prazos compatíveis com a atividade, conforme estabelecidos pelo MDA,
e assegurar assistência e capacitação técnica aos agricultores familiares.
A responsabilidade pela assistência técnica é do fabricante do
biocombustível, inclusive os seus custos, que deverão estar contabilizados
nos gastos operacionais de produção de
biodiesel. Ele poderá ter uma
assistência técnica própria ou terceirizada. Nos primeiros anos, o MDA
apoiará a assistência técnica dos produtores certificados, por meio de
parcerias.
As organizações da agricultura familiar, os movimentos sociais, a rede
oficial de assistência técnica e as organizações não-governamentais que
trabalham com a agricultura familiar também serão parceiros do MDA na
fiscalização e controle social do uso do selo. O selo terá prazo de validade
de cinco anos. Haverá auditoria anual. A renovação será feita mediante a
solicitação apresentada ao Ministério antes do término do prazo de concessão
do uso.
Sanção
O presidente Lula deve também assinar a sanção do projeto que
converteu em lei a Medida Provisória 227, que garantiu os incentivos à
produção do Programa Nacional de Uso do Biodiesel no País. Foi a MP que
permitiu o estabelecimento de alíquotas diferenciadas para contribuições
sociais (PIS e Cofins) aos fabricantes de óleo combustível que comprarem a
matéria-prima de produtores familiares.
O coordenador do Programa do Biodiesel pelo MDA, Arnoldo Campos,
considera que a assinatura é mais uma etapa vencida pelo governo federal
dentro de sua proposta de inclusão social na cadeia do
biodiesel.
“Com a sanção da lei, temos os instrumentos legais e efetivos para praticar
essa política. E o selo Combustível Social vem para compor esse quadro e
será dado às empresas de
biodiesel que cumprirem as
critérios estabelecidos pelo MDA”, acrescentou.
O que é o biodiesel
O biodiesel
é um combustível renovável produzido a partir de oleaginosas, como mamona,
dendê, girassol e soja. Além de ser uma tecnologia limpa, não polui o meio
ambiente e também traz vantagens econômicas, pois sua produção e o cultivo
de matérias-primas vão ajudar a criar milhares de novos empregos na
agricultura familiar, principalmente nas regiões mais pobres do Brasil. O
programa de estímulo à produção do
biodiesel foi lançado em dezembro de
2004.
Fonte:
Ministério do Desenv. Agrário - Portal do Fazendeiro
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Cherini
quer apoio para mamona no RS |
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 O
governador Germano Rigotto recebeu o deputado Giovani Cherini
(PDT); o presidente do Sintargs,
Carlos Dinarte Coelho; e o diretor
da Vinema Multióleosvegetais, Vílson Machado. Cherini quer
apoio para incluir o Estado em programa de incentivo ao
biodiesel e tem
projeto na Assembléia Legislativa que cria o Programa Gaúcho de Incentivo
ao Cultivo da Mamona.
Fonte: Correio do Povo
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Oeste
debate uso do biodiesel |
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Começou dia 18, em Barreiras, a conferência
regional Movendo o Oeste que vai discutir, no Solar das Mangueiras,
as oportunidades e desafios do programa nacional de produção e uso do
biodiesel para o desenvolvimento da região. Segundo Adenilson
Arruda, da Cooperavestruz e da Rede de Gestão Compartilhada do Oeste,
duas das entidades que estão à frente do seminário. A região já tem cerca de
cinco mil hectares plantados com mamona, entretanto, na visão dos
organizadores, ainda faltam mais pesquisas e um programa específico para o
oeste baiano, “de forma que os pequenos produtores sejam efetivamente
introduzidos no processo".
Fonte: A Tarde
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Biodiesel: Deputado quer que sua acusadora volte
ao cargo |
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Uma semana após denunciar um esquema de grilagem (apropriação indevida de
áreas públicas) de terras no Estado, a superintendente do Incra do Amapá,
Maria Cristina do Rosário Almeida, foi "requisitada" a voltar a
trabalhar na Assembléia Legislativa "por necessidade de serviço" pelo
presidente da casa, o deputado Jorge Amanajás (PSDB), um dos
principais acusados de envolvimento no suposto crime.
"É uma retaliação política que estou sofrendo", afirmou
Rosário, que havia denunciado à Polícia Federal e ao Ministério Público
Federal o deputado federal Gervásio Oliveira (PMDB-AP), o
deputado estadual Eider Pena (PDT), o juiz César Augusto Scapin,
o ex-procurador de Justiça Hernandes Lopes e empresários, além de
Amanajás.
No documento, eles são acusados de ocupar irregularmente 28 mil hectares da
União para realizar um projeto particular de produção de
biodiesel. Todos
eles negam a acusação e afirmam que a denúncia tem um viés político
Rosário é servidora concursada da Assembléia, de onde recebe salário,
mas ocupa desde o ano retrasado o cargo de superintendente do Incra no
Amapá.
Segundo ela, a atitude visa seu corte da folha de pagamento, pois os
deputados sabem que ela não deixará o cargo no órgão federal.
A assessoria do Incra em Brasília, entretanto, afirma que
"administrativamente não há o que fazer, pois ela é cedida pela Assembléia",
mas que o caso foi levado à Casa Civil por se tratar de uma questão
política.
Fonte:
Agência Folha - Thiago Reis |
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Programa de Biodiesel está atrasado em Alagoas, reconhece
governo |
O
governo estadual reconhece que o Programa de Biodiesel em Alagoas
está atrasado em relação a outras unidades da Federação. Enquanto Alagoas
vai iniciar o terceiro zoneamento no valor de R$ 200 mil, outros estados têm
plantação de mamona em larga escala e até usinas instaladas. A Secretaria
Executiva de Ciência e Tecnologia começa a tirar do papel dois projetos.
A importância da inclusão dos municípios no zoneamento está atrelada à
facilidade do financiamento pelos bancos oficiais. Ocorre um reconhecimento
e autorização para financiar os agricultores com o aval do governo federal.
O primeiro zoneamento realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (Embrapa) constatou que apenas três municípios – Água Branca,
Canapi e Inhapi – estavam incluídos como propícios para o cultivo de mamona.
Fonte: O Jornal-AL 15/5/05
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Lula sanciona
lei que isenta produtores de matéria-prima para biodiesel de cobrança do PIS
e Cofins |
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Lula sanciona lei que isenta produtores de
matéria-prima para biodiesel
de cobrança do PIS e Cofins

Os produtores de matéria-prima para o
biodiesel estão isentos da cobrança do
Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da
Seguridade Social (Cofins). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva
sancionou no dia (18) a lei que determina a isenção.
A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, que participou da
cerimônia, explicou que os agricultores familiares do Nordeste e o
Norte que produzem a mamona e o dendê terão isenção total. Para os
pequenos produtores de outras regiões do país, a isenção será de 68%.
Grandes produtores de mamoma e palma, também no Nordeste e Norte, terão
direito a 31%. Segundo Dilma Rousseff, a norma valerá durante o
período de implantação do programa de
biodiesel no país. A soja, mamona,
dendê (palma) e girassol são algumas matérias-primas do
biodiesel.
Também foi criado um selo social que vai facilitar o acesso dos produtores a
financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES), Banco do Nordeste e do Banco do Brasil. A ministra destacou que o
biodiesel
é uma forma de reduzir a importação de petróleo e promover o desenvolvimento
nas regiões mais pobres do país.
Com a sanção da lei, a regulamentação sobre a produção e comercialização do
biodiesel
está completa. De acordo com a ministra, nem mesmo os Estados Unidos têm
legislação para o setor. "O Brasil saiu na liderança", disse.
Dilma, no entanto, afirmou que os efeitos do comércio do
biodiesel,
como a redução no preço do combustível, irão aparecer somente daqui a alguns
anos. "O biodiesel,
como o álcool, é uma alternativa a uma economia de preço do petróleo
crescente. O Brasil tem maior margem de manobra. Não fica dependendo".
Já o presidente Lula destacou o desejo de levar o combustível
alternativo para outros países. "Agora vamos fazer disso uma coisa que
não seja utilizada só no Brasil", afirmou. Um dos objetivos de Lula
em sua viagem ao Japão na próxima semana é convencer as autoridades daquele
país a importar biodiesel
brasileiro.
O uso comercial do biodiesel
no país foi autorizado em dezembro de 2004. Hoje, 2% do combustível é
adicionado ao óleo diesel, derivado do petróleo. Segundo dados do MME, com a
adição, o Brasil deve economizar US$ 160 milhões por ano. Em 2013, o
percentual de mistura passará para 5%.
Fonte:
Agência Brasil - 18/5/05
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Brasil
dará "exemplo de competência" com produção de biodiesel, diz Rodrigues
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Como já
ocorreu com soja, café e açúcar, o Brasil dará ao mundo um "exemplo de
competência" com o biodiesel (combustível produzido a partir de
óleos vegetais), proporcionando uma alternativa na mudança da matriz
energética. A análise foi feita pelo ministro da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento, Roberto Rodrigues, em Ribeirão Preto, no interior paulista.
"O Brasil vai desenhar, a partir do biodiesel, uma nova história na
arquitetura do mundo, uma história de sustentabilidade ambiental e de um
produto renovável permanentemente na energia mundial. Isto significa uma
mudança de paradigma e nós vamos dar ao mundo todo um exemplo de
competência, como já demos na soja, no café, no açúcar, no suco de laranja,
na carne bovina, na carne de frango, porque este é o diferencial que faz do
Brasil um país competitivo na agricultura mundial", disse o
ministro.
Rodrigues destacou que cientistas e pesquisadores do mundo inteiro
procuram atualmente fontes de energia alternativas ao petróleo e que a
ciência caminha para soluções como hidrogênio e células de energia solar e
elétrica. O problema, segundo o ministro, é que as pesquisas consomem muito
tempo e dinheiro. "Hoje, a solução é a do combustível líquido de
origem vegetal", observou.
O ministro destacou, também, que até mesmo a indústria petrolífera deverá se
unir às pesquisas com combustível vegetal, tido como "concorrente
perigoso" durante anos. "Hoje, a própria indústria do petróleo
vê que, se misturarmos aditivos de origem agrícola – seja etanol ou
biodiesel – aos derivados de petróleo, estaremos postergando o fim da era do
petróleo. Então, é muito provável que a própria indústria petrolífera se una
à agricultura tropical, competente e eficiente, na direção de programas
pacificadores das questões da dependência energética", afirmou
Rodrigues.
O ministro participou da cerimônia de assinatura de acordo para estudos de
uma parte do projeto BiodieselBrasil do LADETEL-USP/Ribeirão
entre o mesmo LADETEL, a UNESP de Jaboticabal. Valtra,
Delphi. Usina Catanduva e Coopercitrus, que prevê
testes de uso do B20, combustível composto por 20% de biodiesel. Durante
esta semana, o ministro estará trabalhando em Ribeirão Preto, para onde
transferiu seu gabinete, por conta da realização da Feira Internacional de
Tecnologia Agrícola (Agrishow), que prossegue até sábado (21).
Fonte:
Agência Brasil -
Liésio
Pereira
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Etanol e Biodiesel: Brasil oferece financiamento à
Nicarágua
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O governo
brasileiro ofereceu financiamento à Nicarágua com o objetivo de criar indústrias
que produzam etanol e biodiesel para enfrentar as altas nos preços do petróleo,
informou nesta quinta-feira o prefeito de Manágua, Dionisio Marenco.
Em declarações à imprensa local, Marenco disse que a oferta foi feita
pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, durante uma viagem
entre o dia 1º e 10 de maio à Nicarágua e à Venezuela, onde também conversou com
Hugo Chávez.
O presidente Lula me disse que existe a vontade e que há um crédito
aberto para criar indústrias de gasolina, de álcool e de biodiesel, sendo
preciso apenas encontrar empresários locais que queiram investir nesses
projetos, disse Marenco, sem especificar a quantia necessária para isso.
O prefeito de Manágua lembrou que a Nicarágua é um país que produz muita cana de
açúcar, o que abre a possibilidade de produzir álcool com combustível que custa
a metade dos atuais preços da gasolina.
Ele explicou ainda que o projeto não seria para amanhã, mas que seria o início
de uma solução para que o país não dependa tanto do petróleo - atualmente, 80%
da energia e dos combustíveis na Nicarágua depende deste produto.
Quanto ao biodiesel, Marenco disse que Lula ofereceu ajuda para
iniciar um programa de produção de biodiesel obtido das sementes de
girassol, soja e algodão.
Isto seria uma grande revolução na Nicarágua, pois desenvolveríamos a
agricultura nicaragüense em função da substituição do petróleo, disse o
prefeito.
Ele disse ainda que seria preciso fazer adaptações aos motores dos táxis para
que não tenham problemas para funcionar com etanol ou biodiesel.
Marenco disse ainda que conversou com Chávez sobre os problemas
que o país tem devido às altas do petróleo, e que o governante venezuelano
respondeu que está disposto a ajudar um país pobre como a Nicarágua, mas que o
acordo tem que ser feito com o Estado, não com uma prefeitura.
Se eu fosse o
governo, viajaria à Venezuela e pediria para pagar 30 dólares pelo petróleo, com
a diferença financiada a 20 anos. É possível fazer muitos acordos e várias
trocas, mas tudo depende do governo, acrescentou.
Marenco disse que na próxima semana viajará novamente ao Brasil e à
Venezuela para assinar convênios de ajuda para a capital nicaragüense.
Fonte:
Agência EFE-14/05/2005
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2O
CONGRESSO INTERNACIONAL DE BIODIESEL |
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1ª
BIODIESELWORLD
CONFERÊNCIA E EXPOSIÇÃO
DESENVOLVENDO O CONHECIMENTO E A INDÚSTRIA DO BIODIESEL
Maior evento do mundo
em Biodiesel
- Palestras
- Discussões
- Networking
- Exposição de Tecnologias de Produção e Uso do Biodiesel
Além de apresentar o
2º CONGRESSO INTERNACIONAL DE BIODIESEL
Local: Parque e Palácio do Anhembi
Data: 7 a 10 de Novembro de 2005
São Paulo – SP – BRASIL
· A Conferência e Exposição vão explorar o crescente interesse por biocombustíveis no mundo
· A Conferência contará com especialistas representando a indústria
internacional de biocombustíveis, representantes da comunidade acadêmica e
representantes de programas governamentais de biodiesel em diversos países
· A Conferência contará com a presença de especialistas na área de álcool e biodiesel como engenheiros, políticos, industriais e profissionais de marketing
· Os tópicos a serem discutidos incluem legislação energética e incentivos
governamentais para biocombustíveis, construção de plantas comerciais de biodiesel, fontes de matérias primas, conversão da biomassa, comercialização do biodiesel nos mercados de commodities e muitos outros tópicos relacionados com o
desenvolvimento da indústria do biodiesel
· Neste evento os participantes terão a oportunidade de observar as últimas
inovações na indústria do biodiesel, além de encontrarem líderes da indústria
nacional e internacional, líderes políticos e acadêmicos que estarão
participando da feira |
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CLIPPINGS - 2003
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