Coleta de óleo residual é realizada em larga escala

 

O óleo de cozinha jogado diretamente na pia pode prejudicar o meio ambiente. Se o produto for para a rede de esgoto encarece o tratamento dos resíduos em até 45%, e o que permanece nos rios provoca a impermeabilização dos leitos e terrenos adjacentes que contribuem para a enchente. “Quem sofre com tudo isto é o contribuinte que tem que pagar mais pela conta de água e esgoto e os comerciantes e moradores das áreas afetadas pelas enchentes”, salienta o pesquisador da USP de Ribeirão Preto, Antônio Carlos Ferreira Batista.
A solução para este problema é a reciclagem do óleo vegetal e existem várias maneiras de reaproveitar este produto sem dar prejuízos ao meio ambiente.


Quem tem que lidar com grandes quantidades de óleo de cozinha muitas vezes tem dificuldades para descartá-lo. Cérima Aparecida de Almeida, que produz quatro mil salgados por dia, resolveu este problema. O óleo que ela usa é trocado constantemente e é destinado à reciclagem. “Entrego cerca de 50 litros de óleo a uma empresa de sabão por semana e em troca recebo produtos de limpeza”. Esta foi a maneira que a empresária encontrou para se livrar da indesejável gordura que sobrava das frituras dos salgados.
Agora, bares e restaurantes de Ribeirão Preto também poderão se livrar do óleo de fritura e de quebra ainda ganhar um selo de amigo do meio ambiente.


A USP de Ribeirão Preto, através do Ladetel (Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas) está lançando o projeto Cata Óleo. Segundo Batista, o laboratório já mapeou cerca de 500 bares e restaurantes da cidade e concluiu que pode chegar a coletar até 20 mil litros do produto por mês.


Os pesquisadores da USP estão ligando para estes comerciantes para saber quem quer ser parceiro do programa. Os interessados vão receber um recipiente para armazenar o óleo. O caminhão do laboratório vai passar recolhendo o produto em datas pré-estabelecidas.


“Nós vamos recolher este óleo e fazer uma análise química dele e informar se ele está dentro do padrão aceitável de acidez e próprio para o consumo humano. Quem estiver dentro do padrão ganha o selo de qualidade. Se o comerciante for pagar para fazer esta análise ele vai gastar de R$ 2 a R$ 3 mil. Esta iniciativa vai evitar que os comerciantes usem o óleo várias vezes na fritura e que jogue o óleo para o meio ambiente”, afirma Batista.
Os comerciantes têm recebido bem a iniciativa dos pesquisadores.


“Sabemos que algumas lanchonetes usam o óleo na massa do salgado do dia seguinte e estes precisam ser conscientizados da importância de se dar um destino adequado ao óleo de fritura. Outros enviam para fazer sabão, mas a maioria tem aderido ao projeto da universidade porque sabe que o nosso objetivo é o ganho ambiental”.
Todo o óleo recolhido na cidade será usado na produção do biodiesel. “Temos vários carros que rodam com este combustível que não causa danos ao meio ambiente”, afirma Batista.
Comerciantes interessados em participar do projeto podem entrar em contato com o Ladetel pelo telefone 602.3734, ou pelo site www.biodieselbrasil.com.br , no link Fale Conosco, ou mandar e-mail para: antonio@biodieselbrasil.com.br ou andressa@biodieselbrasil.com.br .

Projeto vai atingir toda a população
Cérima Aparecida de Almeida montou uma salgaderia no bairro Campos Elísios há seis anos. Ela começou na cozinha da casa dela e hoje tem cinco funcionárias, comprou o prédio onde montou a salgaderia e sustenta a família e a faculdade da filha com a venda dos salgados que são distribuídos pela cidade toda.
“A fritura é essencial na qualidade dos salgados. Eu troco sempre o óleo de fritura, por isto, o meu salgado fica sempre sequinho, a qualidade final é melhor e não fica com gosto de óleo”, diz a comerciante.
Ela faz quatro mil salgados por dia e uma vez por semana entrega 50 litros de óleo para uma empresa que faz sabão e em troca recebe produtos de limpeza. Quando foi fazer o negócio, Cérima fez o cálculo para saber se a troca valia a pena.


“Compensa e muito e além do mais contribuímos para o meio ambiente com esta reciclagem do óleo de cozinha”.
Esta conscientização que o Ladetel (Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas) quer fazer chegar a toda a população de Ribeirão Preto. Depois dos comerciantes, o laboratório quer atingir com o projeto Cata Óleo toda a população da cidade e aí espera receber cerca de 160 mil litros de óleo por mês.
“Estamos tentando fechar parcerias e promover nas escolas palestras sobre educação ambiental e posteriormente podemos fazer gincanas e conforme o volume de óleo angariado pelas escolas elas poderão ganhar computadores ou outros prêmios. Estamos estudando esta nova etapa do projeto”, diz o pesquisador da USP de Ribeirão Preto, Antônio Carlos Ferreira Batista.

Fonte: Jornal a Cidade - Jucimara de Pauda

 

NovaFox aposta na venda de biodiesel

 

A corretora NovaFox, fusão da brasileira Nova Fase e a inglesa Fox Energy, vai entrar no mercado de biodiesel. "Vamos intermediar a comercialização de óleos vegetais para as distribuidoras de combustíveis", disse Ivan Bueno, um dos sócios diretores da corretora.

A estrutura para a comercialização de biodiesel ainda está em fase de implementação, explicou Bueno. "Estamos prospectando os negócios em todo o país e nos estruturando para comercializar o produto no mercado interno."

Segundo Bueno, o programa de biodiesel deverá ter a mesma importância que o Proálcool teve para o país, com o incentivo à produção do combustível renovável.

Mercado incipiente no Brasil, o incentivo à produção de biodiesel tem o apoio do governo, que introduziu o produto na matriz energética do país. No dia 15 de janeiro, a lei do biodiesel, de número 11.097, foi sancionada, determinando a mistura de 2% aos combustíveis em até três anos. Em oito anos, o percentual obrigatório sobe a 5%.

De acordo com Adalberto Popovic, sócio diretor da NovaFox, o incentivo do governo federal à produção de óleos vegetais dará maior competitividade ao mercado. Segundo ele, os preços dos óleos vegetais, à base de dendê e mamona, por exemplo, ainda não são competitivos em relação ao diesel puro.

A demanda por óleos vegetais no Brasil para misturar ao diesel está calculada em 800 milhões de litros por ano, para um consumo anual estimado de 40 bilhões de óleo diesel. Um terço do consumo de diesel é importado. Em 2004, a importação chegou a quase 13,2 bilhões de litros de óleo diesel.

O governo pretende criar linhas de crédito específicas nos bancos oficiais federais para o financiamento a produtores de biodiesel, com incentivo aos pequenos agricultores, sobretudo de mamona e dendê. O governo também estuda apoio à produção para tornar o produto mais competitivo.

Desde o ano passado, a NovaFox negocia energia e créditos de carbono para os países da Europa. Inaugurada novembro de 2003, a corretora é especializada na comercialização de açúcar e álcool. "Os mercados de energia e créditos de carbono estão em expansão", disse Popovic.

Segundo Carlos Dornellas Filho, sócio diretor da NovaFox, a corretora negociou 610 mil toneladas de açúcar em 2004, e 600 milhões de litros de álcool. Para 2005, as perspectivas são de que os volumes negociados de açúcar e álcool cresçam de 3% a 5%.

Fonte: Valor Econômico - Mônica Scaramuzzo
 

Petrolíferas da Filipinas questionam biodiesel de óleo de coco

 

As Filipinas poderão economizar cerca de US$ 200,2 milhões por ano nos custos com importação de petróleo se o governo decretar a obrigatoriedade de misturar o biodiesel feito à partir de óleo de coco ao combustível regular. A declaração foi feita por executivos da indústria do setor nesta terça-feira.

Porém o projeto sofre forte resistência por parte das companhias petrolíferas, o que dificulta a execução pelo governo.

Autoridades ainda não estão convencidas o suficiente para implementar essa programa "pois o governo não quer criar oposição às companhias petrolíferas", afirmou Rafael Diaz, diretor do Asian Institute of Petroleum Studies.

As petrolíferas filipinas vêm resistindo ao uso do biodiesel, insistindo que deve ser feito um "teste severo de tolerância" para se conhecer a eficácia dessa mistura antes de torná-la obrigatória.

"Mas por quê você precisa de uma teste desses quando o biodiesel ultrapassou todos os padrões de qualidade e é considerado um combustível", questiona Diaz.

Representantes das companhias de petróleo do país declararam, por meio de um comunicado divulgado pelo Instituto Filipino de Petróleo, que as empresas têm restrições quanto a venda de biodiesel a base de óleo de coco nos postos de gasolina pois "podem sujeitar as companhias ou até mesmo as refinarias a riscos de segurança, e o pior, a processos judiciais" caso provoquem danos aos consumidores.

"Para garantir a qualidade e a performance dos produtores vendidos nos postos, as companhias de petróleo endossam apenas produtos que obedecem aos padrões mais rígidos de qualidade. Esses produtos são submetidos a inúmeros testes para assegurar sua segurança, qualidade e para estar dentro dos padrões de proteção ao meio ambiente", apontou o documento.

Já Dean Lao, diretor de operações da Chemrez, empresa líder na produção de biodiesel no país, disse que o Departamento de Energia já definiu um grupo de trabalho, incluindo cientistas e representantes das petrolíferas, para estabelecer os padrões para o uso do biodiesel nas Filipinas.

"O caminho mais fácil (para ajudar a desenvolver a indústria) é o governo ser mais decisivo para obrigar as companhias de petróleo a fornecerem biodiesel misturado a todos os combustíveis que serão consumidos no país", justificou Lao.

Mas segundo eles, alguns integrantes desse grupo de estudo não querem que o projeto vá para frente, aumentando os entraves que dificultam sua concretização.

Segundo Diaz, com a mistura de 1% de biodiesel, os consumidores terão um aumento no rendimento de 8% a 25% na quilometragem devido a melhor lubrificação, além da melhora da combustão e da aceleração.

Com isso, o consumo de diesel no país pode cair 7,4%, com base nos números que mostram que as Filipinas usam ao redor de 6,5 bilhões de litros ao ano.

Fonte: Agência Estado

 

Congresso internacional no Rio debate as fontes de energia alternativa no Brasil

 

O caminho concreto para o uso de energia proveniente de fontes renováveis em larga escala é um dos temas que serão abordados no Congresso Internacional sobre Clima e Energia (Rio 5), que reúne de 15 a 17 deste mês, no Rio de Janeiro, especialistas dos setores público e privado de vários países.

Segundo um dos coordenadores do evento, o geógrafo Johannes Kissel, o principal objetivo do evento é sinalizar o futuro das energias alternativas no Brasil. O país, apesar de reunir boas condições para seu desenvolvimento, ainda apresenta o potencial nesse campo pouco aproveitado.

Kissel apontou que falta ao Brasil uma legislação específica, a exemplo da Europa, que apóie mais as energias renováveis e estimule os investimentos para exploração nessa área. "Falta uma visão mais ampla, de longo prazo, ou seja, no mínimo de 10 anos, uma vez que o programa de apoio financeiro a investimentos em fontes alternativas de energia elétrica (Proinfa) se estende por apenas dois anos", disse.

Na opinião do geógrafo, o principal entrave aos investimentos no setor de energia renovável no país são os juros altos, "porque é dificil captar dinheiro tendo juros nesse patamar durante 20 anos, por exemplo, já que os investimentos no setor são de longo prazo.

O especialista salientou também a necessidade de se investir em educação para a aplicação das energias renováveis. Adiantou que na Rio 5 será apresentado o projeto de criação da Universidade Internacional de Energias Renováveis, destinada a formar especialistas, como já ocorre em vários países. Kissel destacou que como se trata de uma área nova, a maioria dos técnicos tem conhecimento sobre as energias fósseis, mas as novas tecnologias são muitas vezes desconhecidas.

Segundo Kissel, a Alemanha é o país mais avançado do mundo em termos de desenvolvimento de energias renováveis. A legislação destinada ao setor entrou em vigor em 2000. Outros países que têm legislação avançada nesse campo são Espanha, Áustria, Dinamarca e, entre as nações emergentes como o Brasil, a Índia. Kissel revelou ainda que também a China começa agora a examinar perspectivas alternativas para o setor energético. 

Fonte: Agência Brasil - Alana Gandra

 

Votação de medidas provisórias é desafio para novo presidente da Câmara

 

Qualquer que seja o presidente da Câmara dos Deputados eleito em 14 de fevereiro, terá pela frente o mesmo desafio que João Paulo Cunha (PT-SP) enfrentou em seus dois anos de mandato: a votação de medidas provisórias. Por terem prioridade constitucional de votação, se não forem votadas, as MPs obstruem a pauta da Casa e fazem com que projetos importantes fiquem paralisados. Até o momento, 11 medidas provisórias se encontram na Câmara para apreciação. Nenhuma delas, no entanto, tranca a pauta.

Das 11 MPs, a que autoriza a Caixa Econômica Federal, em caráter excepcional e por tempo determinado, a arrecadar e alienar os diamantes brutos em poder dos índios cinta-larga passa a obstruir a pauta em 1º de março, se não for apreciada. Por conta das minas de diamante da Reserva Roosevelt (RO), os cinta-larga e garimpeiros entraram em confronto no ano passado. A medida provisória estende seus efeitos ao Parque Indígena de Aripuanã e às terras indígenas de Serra Morena e Aripuanã.

Na pauta da Câmara, esperam para ser apreciadas, a partir de 15 de fevereiro, a medida provisória que institui o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado; a que dispõe sobre o Registro Especial, na Secretaria da Receita Federal do Ministério da Fazenda, de
produtor ou importador de biodiesel e sobre a incidência da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins sobre as receitas decorrentes da venda desse produto; a que regulamenta a liberação de documentos sigilosos de posse do Estado; e a que prorroga prazos relativos a Loteria Esportiva, Bolsa-Atleta e registro de armas de fogo.

Também está na pauta da Câmara a medida provisória que abre crédito extraordinário de
R$ 569,1 milhões em favor dos Ministérios da Saúde, Defesa e Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Os parlamentares terão que apreciar, ainda, a MP que cria a carreira da Seguridade Social e do Trabalho para lotação no Ministério da Saúde e institui a Gratificação de Incentivo à Atividade Intensiva de Assistência à Saúde.

Todas essas medidas provisórias, como a que altera a legislação tributária federal, terão que ser apreciadas ainda em março. A partir de 1º de abril, passam a trancar a pauta da Câmara a MP que cria a Superintendência Nacional de Previdência Complementar, a que promove alterações no Código Civil e a que institui o Programa Universidade para Todos (Prouni).
 

Fonte: Agência Brasil - Marcos Chagas

 

Ivete Sangalo desfila no primeiro trio movido a biodiesel

 

Novidade tecnológica representará redução de até 30% na emissão de poluentes na atmosfera. Ivete Sangalo disse que idéia partiu do irmão dela, Jesus Sangalo

Ivete Sangalo desfila no Carnaval 2005, no primeiro trio do Brasil movido a biodesel. A novidade foi anunciada em uma entrevista coletiva à imprensa, ontem, no Bar da Ponta, na Marina da Contorno. A musa do suingue se prepara para mais uma maratona carnavalesca arquitetada para abalar as ruas de Salvador e, com muita irreverência, falou sobre as novidades para a grande festa. Ivete anima o bloco Cerveja e Cia no Circuito Barra/Ondina quinta-feira e sábado de Carnaval. Domingo, segunda e terça-feira, arrasta a galera do bloco Coruja, no circuito Campo Grande. Na Quarta-feira de Cinzas, a cantora puxa o Arrastão Maderada, às 10h.

A entrevista coletiva estava marcada para 16h30, mas ela só chegou às 17h15 e, como sempre, cheia de graça. "Desculpe galera, peguei um engarrafamento na Paralela. Mentira. É só para enganar a torcida", brincou. Sobre a novidade tecnológica do seu trio elétrico, contou que a idéia foi do irmão Jesus Sangalo, depois de receber a proposta do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do estado, Rafael Lucchesi, e da Universidade Livre da Mata Atlântica (UMA) para a utilização de 2% de biodiesel como aditivo ao diesel, o que significa uma redução de até 30% na emissão de poluentes na atmosfera.

"Aceitei imediatamente. Isso proporcionará aos participantes dos blocos respirar um ar mais puro durante todo o trajeto do trio. Chega de tanto carbono na cara", disse Ivete. Para ela, a adoção de combustíveis renováveis é uma tendência em todo o mundo e o biodiesel pode ser fabricado a partir do dendê, da mamona, da soja e de várias outras oleaginosas que têm um potencial energético enorme. "Eta que vamos ficar ricos fazendo biodiesel", se diverte a cantora.

O biodiesel utilizado pelo trio de Ivete será fornecido pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) (Ilhéus/BA), que vem realizando pesquisas na área há vários anos. "O que posso dizer é que acredito muito nessa idéia e na capacidade da Bahia de contribuir com o desenvolvimento sustentável para o mundo e na consciência ambiental", justifica Ivete.

Outro dos destaques deste ano será o videowall de três metros de largura por dois de altura, com monitores de plasma, colocados à frente do trio para reproduzir imagens em alta definição de todos os momentos das apresentações da cantora baiana nos seis dias de folia. "Vou dar o melhor de mim", garante Ivete em resposta ao coro dos que compraram 350 mil cópias do DVD Ivete Sangalo - MTV ao vivo, gravado em comemoração aos seus dez anos de estrada, iniciada como vocalista da banda Eva.

Com relação aos 20 anos da axé, a cantora fez questão de dizer que sempre acreditou no sucesso da música baiana. "Quiseram me levar para outros ritmos, mas bati pé firme. O axé é sim música brasileira e mais popular impossível", conta. No repertório carnavalesco prometeu cantar tudo - Chiclete com Banana, Timbalada, Margareth Menezes e até Roberto Carlos, com quem fez um especial na Rede Globo, no último mês.

Preparada, Ivete conta que nos últimos quatro meses a musculação tem sido praticada com freqüência e as gorduras e carboidratos foram substituídos por uma dieta alimentar balanceada. "É preciso muito condicionamento físico. Aliás eu quero mesmo é ficar gostosa para vestir minhas sainhas e arrasar com minha galera", diz a cantora, fazendo graça.


Fonte: Correio da Bahia

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