bannerfeisucro2

 

Biodiesel: programa nacional deve ser instrumento de inclusão social, diz Lula


O século 21 tem que ser o século do Brasil", afirmou  o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao discursar na cerimônia de posse da nova diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O presidente defendeu a implantação do Programa de Biodiesel como um instrumento para promover a inclusão social.

"Este programa tem na minha cabeça o mesmo modelo de desenvolvimento do presidente (norte-americano) Roosevelt no vale do Tennessee. Este programa será experimental e, sobretudo, prioritário para as partes das regiões brasileiras que não tiveram nesses cinco séculos possibilidades de se desenvolver, sobretudo o semi-árido nordestino, o Vale do Jequitinhonha. A gente vai começar nessa região com o biodiesel da mamona. Em outra região com o biodiesel do dendê e, quem sabe, quando a gente tiver o mercado todo consumindo biodiesel, a gente inclua a soja para que a gente possa ser o maior produtor de biodiesel no mundo e possa limpar o planeta Terra", afirmou.

A elaboração do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel envolve, desde o ano passado, representantes de vários ministérios (Minas e Energia, Desenvolvimento Agrário, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia e outros) e associações empresariais (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores - Anfavea, Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais - Abiove). Este mês está previsto o início efetivo do programa com a adição de 2% de biodiesel ao óleo diesel consumido no país.

Em junho deste ano, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Maurício Tolmasquim, informou que a adição de 2% de biodiesel - o chamado B2 - representaria uma economia de 800 milhões de litros na frota brasileira. Além disso, o biodiesel emite 78% menos gás carbônico na atmosfera terreste.

Para o presidente Lula, o programa deve ter como prioridade incentivar o desenvolvimento das regiões mais carentes do país. "Eu dizia outro dia na reunião dos ministros: vai ser o êxodo rural ao contrário.

Se na década de 50 os nordestinos vinham para cá à procura de emprego e se acontecer com o biodiesel aquilo que eu estou pensando, nós vamos ter muitos dos nossos irmãos nordestinos retornando para a sua terra natal não como mendigo, mas como cidadão porque vai ter oportunidade de emprego para trabalhar e se desenvolver. Quem sabe aquela região pobre deste nosso querido país possa ser uma região rica neste século".
 
Fonte: Agência Brasil - ABr 

 

Programa do Biodiesel começa a ser definido ainda este mês   


O governo vai lançar ainda este mês toda a base legal para que o Brasil produza biodiesel dentro do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, informou a consultora do Programa de Biodiesel do Ministério de Desenvolvimento Agrário, Edna Carmélio, durante entrevista à Rádio Nacional (Brasília AM). Para ela, 2005 vai ser de fato o ano de implantação do biodiesel.

Na avaliação da consultora, a ação do governo coincide com um bom momento para a sociedade que pede biodiesel, tanto do ponto de vista da agricultura familiar, na área de produção, quanto dos ambientalistas.

Segundo ela, estima-se que cerca de 25 mil agricultores já estão envolvidos com a produção de oleaginosas como a mamona, com destaque para o Nordeste, onde está a maior parte dos agricultores familiares e os mais pobres. "Nosso esforço é para colocá-los à luz da inclusão social".

Edna Carmélio salienta que o grande diferencial do biodiesel no Brasil "é que ele está pautado na inclusão social e todos trabalham com relações contratuais justas, preços compatíveis e, principalmente, com assistência técnica". Afirmou que com o novo combustível o Brasil tem todo o potencial para marcar novamente a sua história, como marcou com o álcool.

A consultora lembra que o biodiesel apresenta um diferencial em relação ao álcool: não precisa ser adaptado aos motores. Ela assinala outro fator positivo na introdução do combustível: "a sociedade antes de pensar e de instituir a
cadeia do biodiesel já se mobiliza para a produção com a ação dos agricultores familiares e das cooperativas".

A consultora observa que o modelo tributário definido para o biodiesel se iguala ao estabelecido para o diesel de petróleo, ressalvando que "para os projetos e empreendimentos que trabalhem com a agricultura familiar haverá isenção total dos tributos federais".

Fonte: Gazeta Mercantil 
 

Brasil: Superpotência da bioenergia 


As exportações de álcool produzido a partir da cana-de-açúcar totalizarão US$ 2 bilhões em 2004, quase três vezes mais do que no ano passado.

A alta do preço do petróleo e a iminente entrada em vigor do Protocolo de Kyoto, graças à ratificação por parte da Rússia, aceleram um processo que leva o Brasil a se afirmar como uma potência da bioenergia.

As exportações de álcool produzido a partir da cana-de-açúcar devem passar de 800 milhões de litros, no ano passado, para dois milhões este ano, e a expansão tende a se manter com independência dos preços do petróleo.

São muitos os países que, como o Japão, se preparam para adicionar etanol à sua gasolina ou aumentar a quantidade desse álcool no combustível, para reduzir a poluição.

Espera-se que as fontes renováveis tenham um decisivo impulso global com a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto (1997), que controla a emissão de gases causadores do efeito estufa, responsáveis pela mudança climática.

O Senado da Rússia anunciou, no dia 27 de outubro, a ratificação do tratado. Uma vez promulgado pelo Executivo, o Protocolo entrará em vigor, pois estará completado o número de países necessários: aqueles que emitem 55% dos gases que provocam o efeito estufa.

No Brasil, o combustível de fonte renovável recupera a popularidade que teve nos anos 80, e não apenas pelo seu preço menor.

Cresce rapidamente a procura por automóveis bicombustíveis, que podem utilizar gasolina, álcool ou qualquer mistura de ambos, que foram lançados no ano passado. Em 1985 e 1986, os veículos movidos a álcool atingiram a fantástica proporção de 76% do total produzido no Brasil.

Mas problemas de abastecimento e preços afetaram a credibilidade do programa Proálcool, de substituição de combustíveis, iniciado depois da crise do petróleo de 1973.

A produção de automóveis a álcool atingiu o fundo do poço em 1997, quando foi de 0,06% do total, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Desde então, registrou uma lenta recuperação, acentuada desde o ano passado, quando 84.173 automóveis que usam álcool combustível, incluindo bicombustíveis, representaram 4,6% do total produzido.

Este ano, essa quantidade deve crescer cinco vezes, já que a produção de janeiro a setembro somou 253.817 unidades, sendo que em setembro foram 32% do total do mês.

A possibilidade de usar um ou outro combustível contribui, junto com o preço, para resgatar a confiança no álcool, uma vez que elimina o risco de desabastecimento ou súbito aumento de preços. Além disso, toda gasolina no Brasil contém de 20% a 24% de álcool anidro, reduzindo o consumo de petróleo e a poluição.

E já se começa a produzir aviões para fumigação movidos a etanol. O subsidiado desenvolvimento do Proálcool custou cerca de US$ 40 bilhões, mas o país "já recuperou esses gastos" e agora colhe os frutos, inclusive pela tecnologia desenvolvida, disse ao Terramérica o pesquisador Osvaldo Stella Martins, do Centro Nacional de Referência em Biomassa.

A cana necessária para fazer do Brasil o maior produtor mundial de açúcar e álcool gera grande quantidade de bagaço, fonte de calor e eletricidade, que serve o mercado energético, além de alimentar as próprias centrais açucareiras e destilarias.

Agora, o novo programa de biodiesel entusiasma pesquisadores e empresários. O governo anunciou que autorizará, em novembro deste ano, sua adição ao diesel, na proporção de 2%, que chegará a 5% dentro de alguns anos.

Além de reduzir importações e melhorar o meio ambiente, esse programa será de inclusão social, ao gerar centenas de milhares de empregos e favorecer a agricultura familiar em áreas pobres, segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos.

Por essa razão se pensa em priorizar a produção a partir da mamona (Ricinus communis) no nordeste, a região mais pobre do país, mas o biodiesel de mamona deverá ser fortemente subsidiado, já que custa o triplo do petrolífero, disse Martins, engenheiro mecânico com doutorado em Ecologia e Recursos Naturais.

O óleo de mamona, matéria-prima de centenas de produtos químicos, medicinais e cosméticos, tem grande demanda mundial não atendida, e seria mais lógico promover sua produção como insumo industrial, em lugar de utilizá-lo para biodiesel e carregar a sociedade com o custo dos subsídios para "resolver um problema" da Petrobrás, acrescentou o especialista.

O problema é que a Petrobrás deve produzir diesel sem enxofre, por motivos ambientais, e lhe convém substituir esse aditivo lubrificante por biodiesel, transferindo custos à sociedade, explicou Martins.

De todo modo, também se pesquisa no sentido de produzir biodiesel a partir de vários outros vegetais, e inclusive a partir de resíduos orgânicos urbanos.

A alternativa que mais entusiasma o especialista, bem como a Laércio Couto, engenheiro florestal e presidente da Rede Nacional de Biomassa para Energia, é a utilização de dejetos de madeira e agrícolas. A produção de madeira aproveita apenas 45% da árvore, e deixa uma "fantástica" riqueza em biomassa, disse Couto ao Terramérica.

Os resíduos compactados em esferas ou cilindros, para reduzir volume e umidade, além de facilitar o transporte, começam a ser exportados para a Europa. No ano passado foram vendidas 40 mil toneladas, enquanto a demanda é de dois milhões de toneladas, ressaltou.

O Brasil, com sua disponibilidade de terras, sol e água, é um grande produtor de biomassa, e a fotossíntese faz do país uma potência energética, segundo José Batista Vidal, o "pai" do Proálcool.

Entretanto, as longas distâncias e a insuficiente infra-estrutura que encarecem o transporte ainda travam o negócio energético bem além do aproveitamento local, lembrou Couto.
 
Fonte: Agência Terramérica

International mostra em novembro testes de adequação do biodiesel

 
A International Engines South America, fabricante de motores veiculares e de uso agrícola e industrial, irá apresentar, em novembro, os resultados dos testes que buscam avaliar o uso do biodiesel, combustível renovável e biodegradável derivado de oleaginosas e gorduras animais (inclusive óleos de frituras já utilizados). A empresa, que investiu U$ 800 mil no projeto, trabalha em parceria com o Ladetel (Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas) da USP desde 2002.  A International vai determinar a adequação das diferentes formulações do biodiesel, fabricado a partir de diversas matérias-primas, em motores já comercializados pela empresa, como o HS 2.8L (uso veicular) e MS 4.1L (uso agrícola e industrial). “Começamos também a testar as emissões de poluentes e a performance juntamente com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas)”, diz Fausto Neves, gerente de Engenharia de Projetos da International.

A partir do próximo mês, as distribuidoras terão permissão do governo federal para adicionar 2% de biodiesel ao diesel mineral. Neves acredita que o acréscimo de 2% não deve fazer diferença na emissão de poluentes. “O governo
tem razão, contudo, em começar com cautela”, afirma. A International faz pesquisas com a perspectiva de motores que utilizem até 100% de biodiesel.

A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) se pronunciou favoravelmente à mistura de até 2% de biodiesel ao diesel derivado de petróleo. No caso da adição ficar acima desse percentual, a Anfavea espera novas pesquisas para se posicionar.

O governo federal prevê que a mistura de 2% de biodiesel se torne obrigatória em dois ou três anos. O programa do governo inclui um programa de inclusão social da população de baixa renda das regiões árida e semi-árida do Nordeste, baseada na agricultura familiar assistida e em cooperativas.

O biodiesel pode ser produzido a partir de oleaginosas como dendê, soja ou mamona, esta última à escolha preferencial do governo por se adaptar bem às regiões árida e semi-árida. Segundo estimativas do Ministério das Minas e Energia, o projeto geraria cerca de 37,4 mil empregos no campo. A produção atual de mamona no Brasil é de 50 mil toneladas/ano de óleo, com 250 mil hectares plantados no Nordeste – 60% da produção é proveniente da Bahia.

O custo do óleo de mamona é quatro vezes maior que o do diesel mineral. Para resolver os problemas ligados aos custos do biodiesel, o governo teria que subsidiar a produção e isentá-la de impostos, como é feito em programas semelhantes na Europa e Estados Unidos.

“O grande obstáculo na comercialização do biodiesel é o custo da produção”, diz Roseli Aparecida Ferrari, professora doutora do Departamento de Agroindústria Alimentar da Esalq (Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz) da USP. Para Roseli, os benefícios ambientais podem se tornar economicamente vantajosos para o país.

Outra vantagem, de acordo com Roseli, seria a redução das importações de petróleo e diesel refinado. Dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo) indicam que cada 5% de biodiesel adicionado ao diesel consumido no país representaria uma economia de cerca de US$ 350 milhões por ano.

Fonte: Diário do Grande ABC
 

Biocombustíveis: abertura de pólo terá Rodrigues, Dilma e Lessa

 

O seminário de abertura do Pólo Nacional de Biocombustível, que acontece no próximo dia 16, terça-feira, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em Piracicaba (SP), terá a presença do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, da ministra das Minas e Energia, Dilma Rousseff, e do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Carlos Lessa.

O evento acontece das 10 às 17 horas e marcará oficialmente o início das atividades do pólo, que pretende ser o centro das pesquisas sobre biocombustíveis, como biodiesel e etanol, no País. Além dos ministros e de Lessa, participarão do encontro, entre outros, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o senador Aloizio Mercadante, o presidente do grupo Votorantim, Antônio Ermírio de Moraes e o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Carlo Lovatelli.

Fonte: Gustavo Porto
 

 Indústria discute uso do biodiesel e legislação de emissões no off-road durante o Congresso SAE BRASIL


Dois fóruns de off-road estão programados para 17 de novembro no Congresso e vão tratar do biodiesel no desempenho de veículos e equipamentos, e como minimizar perdas por causa da falta de legislação.

O impacto do biodiesel no desempenho de veículos e equipamentos, e como minimizar as perdas de escala por causa da falta de uma legislação específica de emissões para o setor off-road serão assunto de dois painéis programados para o XIII Congresso e Exposição Internacional da Tecnologia da Mobilidade SAE BRASIL, que acontece nos dias 16 a 18 de novembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Os painéis serão mediados pelo jornalista Luis Nassif e contarão com a participação de representantes da indústria (montadoras e sistemistas), que apresentarão os mais recentes desenvolvimentos do setor nos temas debatidos. Um dos fóruns será ‘Impacto do Biodiesel no Desempenho de Veículos e Equipamentos’, que abordará as principais questões relativas ao biodiesel relacionadas à viabilidade econômica, qualidade do combustível e homologação técnica pelas principais montadoras no País.

"Será extremamente oportuno e importante entender a perspectiva da viabilidade técnica através do congresso da SAE para suportar as entidades e representantes do governo envolvidos nas diretrizes do programa do biodiesel e sua introdução na matriz energética brasileira", comenta Elcio Reginato, gerente de Vendas e Marketing da International Engines e diretor geral do Comitê Off-Road do Congresso.

O segundo fórum será Emissões e Tecnologia e abrirá o debate sobre as legislações vigentes em mercados competitivos e o que está sendo discutido para o mercado brasileiro. Entre outros temas, serão abordadas a perda de escala e a competitividade do produto brasileiro. “As exportações norteiam a indústria de veículos off-road no Brasil e por isso é importante saber quais as expectativas do mercado internacional e, principalmente, o que devemos fazer para mantermos a competitividade do setor”, acrescenta Reginato. “No Congresso temos a oportunidade de reunir toda a cadeia de produção para discutir como fazer isso da melhor forma possível”, completa. Os fóruns acontecem dia 17 de novembro.

Presidido por Hugo Ferreira, que também é presidente da Dana South América, e com o tema “Tecnologia e Negócios. Crescimento e Competitividade nas áreas da Mobilidade”, o Congresso SAE BRASIL é considerado o maior fórum de disseminação do conhecimento e discussão da tecnologia da mobilidade do Hemisfério Sul e o segundo mais importante do mundo, após o SAE Congress, de Detroit/EUA.

Para o engenheiro Luso Martorano Ventura, presidente da SAE BRASIL, o Congresso é onde a cadeia de valor da indústria da mobilidade se apresenta e discute os avanços e os fatores críticos para sua competitividade internacional. “É uma iniciativa motivadora para os técnicos e engenheiros ligados à mobilidade se atualizarem para continuar focando com maior eficácia no ciclo de desenvolvimento, produção e serviços”, diz Luso Ventura.

Sobre a SAE BRASIL – Sociedade de Engenheiros da Mobilidade  A SAE BRASIL é uma associação sem fins lucrativos e que congrega pessoas físicas (engenheiros, técnicos e executivos) unidas pela missão comum de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade em suas variadas formas: terrestre, marítima e aeroespacial.

A SAE BRASIL foi fundada em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial, conscientes da necessidade de se abrirem as fronteiras do conhecimento para os profissionais brasileiros da mobilidade, em face da
integração do País ao processo de globalização da economia, ora em seu início, naquele período. Desde então a SAE BRASIL tem experimentado extraordinário crescimento, totalizando em 2003 mais de 3,6 mil associados e 11 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje na mais importante sociedade de engenharia do Brasil.

A SAE BRASIL é filiada à SAE International, uma associação com os mesmos fins e objetivos, fundada em 1905, nos Estados Unidos, por líderes de grande visão da indústria americana e da então nascente indústria aeronáutica, dentre os quais se destacam Henry Ford, Thomas Edison e Orville Wright, e tem se constituído, ao longo de mais de 9 décadas de existência, em uma das principais fontes de normas e padrões relativas aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 5 mil normas geradas. A SAE International conta com mais de 85 mil sócios em 93 países. 

Fonte: Jornal do Meio Ambiente
 

 Alcantara Machado e BrasilAgro lançaramm a Feisucro 2005  


A Alcantara Machado Feiras de Negócios e a BrasilAgro lançaram no dia 26/10, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, a Feira Internacional do Setor Sucroalcooleiro – Feisucro. O evento, que ocorre de 07 a 10 novembro do próximo ano, deve reunir centenas de expositores das áreas agrícola, industrial, administrativo, meio ambiente e biodiesel.

 
Na cerimônia de lançamento da Feisucro 2005, estavam presentes o diretor administrativo financeiro da Alcantara Machado, José Luis Hernandez, o diretor do BrasilAgro, Ronaldo Knack, o presidente da Câmara Setorial da Cadeia
Produtiva do Açúcar e do Álcool, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, o coordenador do Projeto Biodiesel Brasil, prof. Miguel Dabdoub, além várias autoridades e especialistas do setor sucroalcooleiro.


Um acontecimento como a Feisucro é de suma importância para o futuro econômico e ambiental do país. O setor, que emprega diretamente mais de 3 milhões de trabalhadores, movimenta outros 300 setores da economia nacional, gerando e distribuindo renda no campo e na cidade. Só com a implantação do Programa Nacional do Biodiesel, a partir de novembro de 2004, estima-se a criação de 400 mil novos empregos.


“O biodiesel vem acompanhando o desenvolvimento do álcool no país, hoje acompanhamos a consolidação do álcool como combustível, que ajudará a termos o biodiesel brasileiro”, disse Dabdoub. Nesse mesmo evento foi Lançado o
"Primeiro BiodieselWorld", evento que será realizado paralelamente à FEISUCRO 2005.


A Feisucro vai reunir expositores das áreas agrícola, industrial, administrativo, meio ambiente e biodiesel, e por sua importância é colocada como um dos principais eventos de agrobusiness, ao lado da Agrishow, de Ribeirão Preto e a Expozebu, de Uberaba.

Fonte: Alcantara Machado
 

 

Para maiores informações, visite o Portal Biodiesel Brasil,


www.biodieselbrasil.com.br/tindex.htm