BIODIESEL: PROGRAMA DEVE CRIAR MAIS DE 300 MIL EMPREGOS NO BRASIL
O Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, um
combustível renovável produzido a partir do óleo de plantas como a mamona,
palma e milho, que foi aprovado nesta segunda-feira, complementando a MP
214/04, deverá estar comercializando o produto a partir de fevereiro em
Belém, no Pará.
Em todo o País, a expectativa do Governo é gerar um mercado interno de 800
milhões de litros do combustível, além de criar de 153 mil a 382 mil
empregos. A MP assinada na tarde desta segunda-feira beneficia sobretudo a
região do semi-árido nordestino, ao prever descontos de 100% no PIS/Cofins e
financiamento do BNDES para agricultores familiares que produzirem biodiesel
a partir do óleo de mamona ou de palma, produtos típicos daquela região.
"Daqui a alguns anos, estaremos lembrando da participação nesta reunião dos
presidentes da Câmara e do Senado, como aqueles que harmonizaram todos os
parlamentares para que dessem mais essa chance ao Nordeste brasileiro",
afirmou o presidente Lula.
(Safras & Mercado, 8/12/04)
FACILITADO CRÉDITO
PARA O BIODIESEL
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
reduziu a exigência de garantias e aumentou o prazo para financiamentos
relacionados ao novo Programa de Biodiesel.
De acordo com a instituição, o percentual de garantias reais em
empréstimos para projetos de produção do combustível será reduzido dos
atuais 130% para 100% do valor do financiamento.
“Além disso, haverá a possibilidade de dispensa de garantias reais e
pessoais (sob certas condições) quando houver contrato de longo prazo para
compra e venda de biodiesel”, informou o banco, em comunicado.
O BNDES lembrou ainda que o programa permite a ampliação em 25% do prazo
total de financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos,
inclusive veículos de transporte de passageiros e de carga, tratores,
colheitadeiras e geradores, com motores que utilizem, pelo menos, 20% de
biodiesel ou óleo vegetal bruto adicionado ao diesel.
(Agência Estado,
8/12/04)
PROGRAMA DE BIODIESEL TERÁ ISENÇÃO DE TRIBUTOS E
CRÉDITO A JUROS MENORES
O presidente Luiz Inácio
Lula da Silva lançou ontem, no Palácio do Planalto, o Programa Nacional de
Produção e Uso do Biodiesel, que pretende criar uma nova cadeia de
fabricação de óleos combustíveis à base de vegetais como mamona, palma e
dendê.
O pontapé inicial do projeto — que tem objetivos ecológicos e sociais — será
no dia 1 de janeiro, quando estará autorizada a mistura de 2% de biodiesel
ao diesel comum.
Para viabilizar o novo setor, o governo vai conceder reduções de até 100% no
recolhimento do PIS e da Cofins, isenção do Imposto sobre Produtos
Industrializados (IPI) e a concessão de linhas de financiamento do BNDES com
juros menores do que os praticados no mercado.
Durante o lançamento, Lula disse que o biodiesel será um importante
instrumento de geração de renda no campo. Segundo ele, a estimativa é que
poderá haver um acréscimo de R$ 23 mil na renda anual do pequeno produtor.
“Eu imagino o dia em que o nordestino que está no Sul retornará à sua terra,
não porque não encontrou emprego em São Paulo, mas porque tem possibilidade
de trabalhar nas regiões mais empobrecidas do nosso país”, disse Lula.
Os incentivos fiscais privilegiam a agricultura familiar no semi-árido das
regiões Norte e no Nordeste. Nesses casos, a redução do PIS e da Cofins será
de 100%. Para os pequenos produtores instalados nas demais regiões, o
desconto será de 68%.
Fonte: O Globo
PETROBRÁS VOLTA A ESTUDAR DIESEL DE DENDÊ NA BAHIA
A Comissão Executiva do Plano
da Lavoura Cacaueira (Ceplac) negocia com a Petrobrás um projeto-piloto para
a produção de biocombustíveis a partir do dendê na região Sul da Bahia, o
chamado “dendiesel”. “Ao longo dos últimos 20 anos, a Ceplac pesquisou a
produção de combustível a partir do dendê. As experiências estavam
desativadas, mas agora vamos resgatá-las diante da importância econômica e
social que a iniciativa pode representar para a região”, diz o
superintendente-adjunto da Ceplac, Elieser Correia.
A Ceplac aposta que a produção do biocombustível exigirá a ampliação das
plantações de dendê na região, o que deve gerar mais empregos e renda à
população local, além de promover a inclusão social de pequenos e médios
produtores. “Há ainda um caráter preservacionista no empreendimento,
inclusive com o seqüestro de carbono e a conservação dos recursos ambientais
da região”, diz Correia.
O gerente de Energias Renováveis da Petrobrás, José Carlos Miragaya, visitou
recentemente a região para estabelecer as bases do acordo entre as duas
empresas. O representante da estatal visitou laboratórios do Centro de
Pesquisas do Cacau (Cepec) e da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc),
em Ilhéus (BA). Miragaya também conheceu as instalações da estação
experimental Lemos Maia, mantida pela Ceplac no município de Una (BA), onde
fez a avaliação de uma área reservada para a construção de uma
unidade-piloto para a produção de óleo de dendê. “Temos interesse em
incentivar a produção de oleaginosas no sul da Bahia, principalmente do
dendê, um cultivo potencialmente importante para a economia regional”,
afirma. Ele se declarou “favoravelmente impressionado” com o nível técnico
dos trabalhos de pesquisa desenvolvidos pela Ceplac sobre o tema na região.
Fonte:
G.Mercantil
A CAMPEÃ NO MERCADO DE
CARBONO
A América
Latina é a campeã no mercado de carbono: já negocia cerca de US$ 210,5 milhões
no contexto do Protocolo de Kyoto, cuja entrada em vigor, em fevereiro de
2005, reanimou o combate contra o aquecimento global.
A região apresentou cerca de 46 projetos no âmbito do Mecanismo de
Desenvolvimento Limpo (MDL) do tratado, que poderiam reduzir cerca de 55
milhões de toneladas equivalentes de dióxido de carbono (CO2), o principal gás
causador do efeito estufa, derivado da queima de combustíveis fósseis.
O recorde coloca a região atrás apenas da Ásia, nos esforços no mundo em
desenvolvimento para reduzir as emissões desses gases, responsáveis pela
mudança climática global.
Entretanto, os críticos se perguntam se a estratégia latino-americana
fomentará as energias mais limpas e renováveis na região ou ficará limitada à
venda de créditos baratos de carbono para o melhor licitador do Norte
industrializado.
O MDL é um dos três mecanismos flexíveis do Protocolo de Kyoto (1997), criados
para ajudar os países industrializados a cumprirem a meta, até 2012, de
reduzir suas emissões em 5,2% com relação aos níveis de 1990.
O mecanismo, que começou a ser instrumentalizado ainda sem o tratado estar em
vigor, permite a empresas do Norte investirem em projetos de redução de
emissões em países em desenvolvimento. Através de créditos de carbono, as
companhias podem contabilizar como suas essas reduções em seus países de
origem ou comercializá-las nos mercados de emissões.
É o caso da companhia franco-alemã Vallourec and Mannesman (V&M), que pretende
construir no Brasil uma termoelétrica com base em derivados de carvão vegetal,
produto do reflorestamento.
A central vai gerar eletricidade para a siderúrgica que a própria V&M tem no
bairro de Barreiro, em Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais, e permitirá
reduzir 1,15 milhões de toneladas equivalentes de CO2 em 21 anos. A empresa
creditará essa redução como sua.
A principal motivação da companhia "não foi ambiental, mas a de eliminar os
riscos da interrupção do fornecimento de eletricidade, que são terríveis para
os altos fornos siderúrgicos", admitiu, em conversa com o Terramérica, Eduardo
Botelho, da Superintendência de Manutenção e Utilidade da V&M.
Maria Dalce Ricas, da Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente, recorda
que a V&M causou vários danos ecológicos em Minas Gerais, "mas há cerca de
oito anos melhorou sua gestão ambiental, por isso damos um voto de confiança
ao projeto (de Barreiro), que é interessante por utilizar resíduos como
matéria-prima".
O Brasil é o maior potencial exportador de créditos de carbono, seguido de
Colômbia, Panamá, Costa Rica e Peru, segundo estudo da Comissão Econômica para
a América Latina. O informe registrou em março pelo menos 46 projetos MDL na
região, e muitos outros entraram no processo de inscrição nos últimos meses.
Empresas européias, como a V&M, são as mais entusiasmadas. As espanholas
Endesa, Unión Fenosa e Iberdrola anunciaram investimentos de US$ 850 milhões
em projetos MDL na América Latina.
Entretanto, os créditos de carbono derivados de projetos de energia renovável
representam apenas 10% de todos os negociados no contexto do MDL, segundo a
não-governamental CDMWatch, com sede em Bali (Indonésia).
E esta é a crítica mais comum por parte dos verdes: até agora, governos e
corporações do Norte usam o MDL para projetos que geram grandes volumes de
créditos de carbono baratos, através de gases como metano e os
hidrofluorocarbonos (em especial o HFC-23), que lhes permite cumprir rápida e
comodamente as metas de Kyoto.
Estes são os gases preferidos no mercado de carbono, que no primeiro semestre
deste ano intercambiou 64 milhões de toneladas métricas equivalentes de CO2.
Os governos do Japão e da Holanda e o Banco Mundial são os principais
compradores.
Os MDL, ressaltam os ativistas, simplesmente mudam o lugar onde se registram a
reduções de gases, sem maiores benefícios ambientais ou sociais para os países
hóspedes, e não permitem promover mudanças no uso e na produção energética.
Na Colômbia, o investimento social foi uma exigência para desenvolver a
central eólica de Jeripachi, em Guajira, o primeiro projeto MDL no país, onde
há outros 15 em planejamento. O projeto, que permitirá a redução de emissões
por US$ 3,2 milhões, é parte do Fundo de Carbono e Desenvolvimento Comunitário
do Banco Mundial e inclui a modernização da infra-estrutura escolar e
sanitária em benefício da vizinha etnia wayuú.
"Quando se trata de territórios indígenas os membros desses povoados devem
poder participar como sócios" em projetos MDL, disse ao Terramérica Wilder
Guerra, de ascendência wayuú e diretor do centro acadêmico Observatório do
Caribe.
Há os que qualificam esse tipo de investimento como um paliativo menor e
defendem um MDL exclusivo para energias renováveis.
Algo, entretanto, pouco provável, "pois estamos em uma fase de transição onde
também usamos energias fósseis mais limpas", disse ao Terramérica Carlos Loret
de Mora, secretário da Comissão Nacional do Meio Ambiente (Conam) do Peru,
outro dos pioneiros. com 19 projetos e investimentos de US$ 935 milhões.
Em 1º de dezembro, o Peru assinará sua primeria venda de créditos de carbono
para a Holanda, através do projeto hidrelétrico Poechos, na cidade de Piura,
que substituirá usinas térmicas com base em diesel e carvão e reduzirá 30.229
toneladas equivalentes de CO2 ao ano. Foi exigido da empresa operadora um dote
de eletricidade para a comunidade vizinha, entre outros benefícios.
Também a espanhola Endesa, com operações na Argentina, Chile, Peru e Colômbia,
colocará no mercado europeu os créditos provenientes da projetada hidrelétrica
de Callahuanca, a 16 quilômetros de Lima, que reduzirá 460 mil toneladas de
CO2.
"Callahuanca será feita apesar da incerteza que ainda existe a respeito do
futuro preço da tonelada de CO2, o que implica um risco. Contudo, foi
priorizado o interesse de obter experiência em MDL", disse Wilfredo Jará,
gerente de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da filial da Endesa no
Chile.
Os preços da tonelada de CO2 hoje são cotados entre US$ 3,5 e US$ 7, um preço
ainda muito baixo. E os custos de transação chegam a US$ 200 mil, o que não
deixa espaço para pequenos e médios empreendimentos.
"Na Argentina, os custos e a complexidade de apresentar um projeto MDL inibem
a participação das pequenas e médias empresas", disse ao Terramérica Victoria
Beláustegui, da unidade de Produção Limpa do Ministério da Saúde.
Tampouco há maior interesse no México que, apesar do tamanho de sua economia,
inscreveu apenas quatro projetos vinculados à hidroeletricidade. A entrada em
vigor do Protocolo de Kyoto, em 2005, pode impulsionar o Mecanismo de
Desenvolvimento Limpo, mas sua vida útil pode ser muito curta.
Os compromissos do tratado vão até 2012, e, embora no próximo ano venham a ser
iniciadas novas negociações climáticas, o que for acordado para além de Kyoto
é incerto.
Fonte: Agência Envolverde
EUA RATIFICAM CRÍTICAS
A KYOTO
"Não somos os bad boys (garotos maus) deste filme”. Com esssas palavras, o
enviado especial do Departamento de Estado dos EUA, Harlan Watson, rebateu
ontem com ironia as críticas disparadas pelos países em desenvolvimento
durante a 10ª Conferência das Partes da Convenção Quatro das Nações Unidas
sobre Mudanças Climáticas, realizada em Buenos Aires.
Segundo ele, o governo Bush considera que “não é o momento apropriado” para
aderir ao Protocolo “por diversas razões técnicas e econômicas”. Os EUA são
responsáveis por 25% das emissões de gás do planeta. No entanto, desde a
criação do Protocolo, em 1997, se recusam a homologá-lo
(O Estado de
S.Paulo, 8/12/04)
Biodiesel alavanca semi-árido
O governador da Bahia, Paulo Souto participou, anteontem, em
Brasília, do lançamento do Programa Nacional de Biodiesel, que permitirá a
entrada do biocombustível no mercado nacional. Com o lançamento, feito pelo
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Bahia passa a ser destaque no País em
mais um setor, já que produz 90% da mamona nacional, uma das principais
matérias-primas do biocombustível. O presidente assinou medidas que determinam
as condições para a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira de
combustíveis líquidos, que já utiliza a gasolina, o diesel, o gás natural e o
álcool anidro e hidratado. Lula autorizou a introdução de 2% de biocombustível
no diesel de petróleo. O biodiesel deve chegar aos postos em fevereiro de
2005.
(Fonte: Gazeta Mercantil)
Ministra
ressalta vantagens do Brasil em energia limpa
Dilma diz que 43,8% da matriz energética
brasileira são de fontes renováveis, como biomassa, eólica, solar e de
pequenas hidrelétricas
Brasília -
A ministra de Minas e
Energia, Dilma Rousseff, disse nesta quarta-feira que o Brasil apresenta "vantagens
significativas" na área de energia para o controle da emissão de gases
poluentes.
Ela
participou da divulgação do Inventário de Emissão de Gases 1990-1994, que
trata da participação do Brasil na geração de gases causadores do
aquecimento global.
Segundo a ministra, 43,8% da matriz energética brasileira são de fontes
renováveis, como biomassa, eólica, solar e de pequenas centrais
hidrelétricas. Esse porcentual está bem acima da média mundial, que é de
13,6%, e daquela verificada nos países desenvolvidos, com 6%.
A
Dilma citou também o lançamento do uso comercial do biodiesel, que será
misturado, a uma proporção de 2%, no diesel de petróleo. Destacou ainda o
uso do etanol (álcool) como combustível nos automóveis.
Segundo ela, o consumo de etanol pode ser duplicado no próximo ano com a
expansão dos carros com motores flex fuel, que utilizam mais de um
combustível. De acordo com Dilma, no ano passado, a frota de veículos flex
fuel era de 48 mil carros. Em 2004, a frota é de 249 mil veículos e a
estimativa é de que em 2005 chegue a 500 mil automóveis.
Atividade florestal
O
ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, disse nesta quarta-feira que o
Brasil entrará em "nova fase" de legalização da atividade florestal, por
meio da concessão de áreas públicas e de uma fiscalização mais rigorosa.
Segundo ele, o projeto de lei sobre a atividade florestal está praticamente
pronto e só depende da aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva,
para ser enviado ao Congresso Nacional.
"É
importante destacar a ação executada pelo governo no combate à grilagem de
terra", afirmou Dirceu, depois de presidir a reunião em que foi apresentado
o Inventário de Emissão de Gases.
Fonte:
Estado de São Paulo
1º Seminário Módulo Rural
Programa RioBiodiesel
No
dia 28 de setembro p.p o Governo do Estado em parceria com o
Clube de Engenharia, o SEBRAE-RJ e, a PETROBRAS promoveram com grande
sucesso um seminário sobre “Biocombustíveis”. O interesse criado com
relação as palestras sobre produção, comercialização e uso do
biodiesel em nosso estado, apresentadas naquela ocasião, foi imenso, o
que nos levou a marcar para o próximo dia 10 de dezembro a realização da 1ª
Reunião Plenária do Programa RioBiodiesel Fase 2. Neste seminário ênfase
será dada à ações estruturantes vinculadas aos Módulos Rural e
de Políticas Públicas, que acabam de receber recursos do governo estadual
para dar início as suas atividades no Estado do Rio de Janeiro.
O evento conta, desta feita, com o apoio financeiro da Secretaria de
Estado de Ciência e Tecnologia e Inovação - SECTI, que coordena o Programa
Estadual de Biodiesel (RioBiodiesel) e, da EMBRAPA, bem como o apoio
institucional do SEBRAE-RJ, do Clube de Engenharia e, também, das
Secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico - SEDE e de Agricultura,
Abastecimento, Pesca e Desenvolvimento do Interior - SEAAPI.
Seria muito oportuna a presença do senhores no momento em que o biodiesel,
um combustível limpo e inovador que pode ser usado com vantagens como
sucedâneo ao diesel de origem fóssil, é tema de interesse
nacional.
A inscrição é gratuita e pode ser efetuda:
a.. pelo telefone 0800 78 2020 do SEBRAE-RJ,
b.. pela internet no site do SEBRAE: www.sebraerj.com.br, ou ainda;
c.. por e-mail para:
divisoes-tecnicas@clubedeengenharia.org.br.
Em anexo, encaminhamosa programação final do evento, que contará com
palestrantes do Gabinete Civil da Presidência da República, EMBRAPA,
PESAGRO, SECTI, SEDE e SEAAPI.
Mais informações poderão ser obtidas com a Coordenação do Programa
RioBiodiesel, nesta Subsecretaria, pelos telefones:
Dr. Eduardo Cavalcanti
Coordenador do Programa RioBiodiesel
Subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação
do Estado do Rio de Janeiro
Tels: (21) 2299-4131/4115/4109
Tels Diretos: (21) 22994101/2533-2408
Cel: 9888-6783
Para maiores informações, visite o Portal
Biodiesel Brasil,