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“O programa do GNV (Gás Natural Veicular) é equivocado e pretende oferecer ao País um combustível fóssil, subsidiado e importado, sem comprometimento ambiental e com a geração de empregos”. "O GNV, com uma frota de mais de 600 mil veículos, já compromete a produção de 1,2 bilhão de litros de álcool. Ao contrário do GNV, o álcool é resultado de um programa nacional gerador de renda e empregos e encabeçando uma toda uma cadeia produtiva que vai de plantadores de cana, trabalhadores rurais até fornecedores dos mais distintos setores da economia”. Maurílio Biagi Filho, da Cia. Energética Santa Elisa, instalada em Sertãozinho (SP), e conselheiro da Unica (União da Agroindústria Canavieira de São Paulo). “É claro que não se pode ignorar ou deixar de estimular novas fontes de energia, sendo salutar que o País desenvolva o Programa de Incentivo as Fontes Alternativas de Energia (Proinfa), no qual se inclui a co-geração de energia elétrica a partir da biomassa, e que se desenhe uma política de utilização do gás natural de suas reservas e do contrato firmado com a Bolívia. Entretanto, o que não se pode admitir é que se suje a nossa matriz energética. Preocupa a política em relação ao gás natural: vocacionado para substituir o óleo combustível e o diesel na indústria e no transporte pesado, ele vem sendo desviado para a utilização em veículos leves, com preços artificiais e tratamento tributário privilegiado, injustificável para combustível fóssil”. Eduardo Pereira de Carvalho, presidente da Unica. |
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Com a tecnologia do biodiesel etílico já dominada e sua aplicação aprovada pelos testes de campo, falta pouco para que caminhões, ônibus, locomotivas e tratores brasileiros movidos a óleo diesel passem a rodar com um percentual desse combustível limpo e 100% renovável no tanque. Leia mais... |
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O campus da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto (SP) terá o primeiro posto de biodiesel no País. Segundo informações do Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (Ladetel), que fabrica o combustível na universidade, o posto será construído em parceria com a Shell do Brasil e deve entrar em operação em maio. Leia mais... |
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O reitor da Universidade de São Paulo (USP), Adolpho José Melfi, entregou na última sexta-feira, um ônibus movido a biodiesel ao campus da USP de Ribeirão Preto. O campus recebeu, ainda, mais um automóvel Peugeot, desta vez o modelo 206, também movido a biodiesel, cedido pela PSA Peugeot Citröen. Leia mais... |
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O governo japonês já aprovou, em 2003, a mistura de álcool combustível à gasolina na proporção de 3%. Na Europa, a "diretiva" é para biocombustível, o que não garante mercado só para o etanol, mas também para o biodiesel". Leia mais... |
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As conclusões favoráveis ao etanol devem agilizar negociações com outros países, empenhados em reduzir as emissões de gases geradores do aumento do efeito-estufa, antes mesmo da entrada em vigor do Protocolo de Kyoto. Leia mais... |
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"É um equívoco estimular o uso do gás natural em veículos leves, porque não gera benefícios ambientais, como ocorre com o álcool. O GNV deve ser destinado ao segmento de transporte coletivo e de carga, em vez de substituir o álcool em carros de passeio", afirma o presidente da Unica, Eduardo Pereira de Carvalho. Leia mais... |
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O rendimento financeiro limitado das produções na região se deve à queda no preço da cana-de-açúcar, que teve superprodução no ano passado. Leia mais... |
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A Petrobras anunciou ontem o maior lucro da história de todas as companhias abertas (com ação em Bolsa) do país: R$ 17,795 bilhões em 2003. O resultado é 120% maior do que o de 2002, quando havia sido de R$ 8,098 bilhões. Leia mais... |
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A BR Distribuidora está decidida a participar da co-geração de energia por meio do bagaço da cana-de-açúcar. Leia mais... |
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A indústria alemã Sudzucker iniciou a construção de uma usina de etanol em Zeitz, com um investimento estimado em 185 milhões de euros, de acordo com informação veiculada pela Agência Reuters. Leia mais... |
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ÁLCOOL ANIDRO O contrato para março foi negociado a R$ 420,00 o m3, alta de R$ 17,00.
O contrato para março foi negociado a 829,00 centavos por bushel, alta de 7,00 centavos. PETRÓLEO O barril de WTI para março foi negociado a US$ 34,56, alta de US$ 0,58. Já o barril de Brent, para entrega em abril, foi negociado a US$ 30,57, alta de US$ 0,60. Fonte: Valor, 16/02/04 |
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