O pesquisador da USP de Ribeirão Preto e coordenador do Projeto BiodieselBrasil,
professor Miguel Dabdoub, receberá o Prêmio MasterCana Interior SP 2004 na
área de Pesquisa & Desenvolvimento. O prêmio é atribuído ao trabalho que Dabdoub vem desenvolvendo no Ladetel/USP-Ribeirão Preto, com enfâse no
biodiesel etílico. No início do ano, Dabdoub foi escolhido para presidir a
Câmara Setorial Especial de Biocombustíveis; em julho viajou para a França,
com técnicos e executivos da PSA Peugeot/Citroen para discutir os resultados
dos testes realizados com os veículos destas montadoras. Dabdoub também fez
contatos na Europa para divulgar o Congresso Internacional de
Biodiesel que será promovido em novembro de 2005 no Palácio de Convenções do
Anhembi, em São Paulo. Na semana passada esteve a frente do "Simpósio
Biodiesel" promovido no memorial JK em Brasília. O Prêmio MasterCana 2004 do
pesquisador vem em um momento importante para o Brasil, cujo biodiesel B2,
mistura de 2% de biodiesel no diesel, poderá ser introduzido no país até
novembro. Recentemente, a equipe de Dabdoub também comprovou que o biodiesel
de soja e cana pode ser usado em motores de alta tecnologia sem afetar
rendimento. O especialista também conseguiu que os veículos da última Agrishow fossem abastecidos com biodiesel. Sobre o MasterCana Interior SP -
Dabdoub será homenageado no próximo dia 13 de setembro no Clube Vale do Sol
em Sertãozinho, durante o Prêmio MasterCana Interior SP.
Mais informações: ProCana – Informações e Eventos – Depto. Eventos com Heloísa - Tel
16-3968.4010 - Fax 16-3968.4011 ou
eventos@procana.com.br.
Andréia Moreno, Jornal Cana
IMPRENSA NACIONAL E
INTERNACIONAL DESTACA CERTIFICAÇÃO EUROPÉIA DE BIODIESEL BRASILEIRO
As
notícias contidas neste clipping são alguns exemplos do grande destaque que
foi dado na última semana pela grande imprensa nacional e internacional à
certificação feita pelo grupo PSA Peugeot Citroën, líder mundial na
fabricação de motores diesel, ao biodiesel etílico produzido pelo
Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas - LADETEL da
Universidade de São Paulo, no campus de Ribeirão Preto.
Os
resultados positivos descritos pelo grupo PSA e pelo LADETEL no Simpósio
Biodiesel que ocorreu no dia 1º de Setembro, no Memorial JK em Brasília, são
uma prova da viabilidade técnica da utilização do biodiesel tipicamente
brasileiro, produzido com óleo de soja e álcool de cana em motores com
a mais alta tecnologia em injeção diesel. Convidados selecionados do setor
empresarial, industrial, acadêmico e político,
compareceram a esse evento.
O
representante da Casa Civil e Coordenador do Grupo Executivo
Interministerial, Rodrigo Rodrigues e
o representante do Ministério da Ciência e Tecnologia que coordena os testes
de biodiesel em motores, do Grupo Gestor, Cláudio Júdice, destacaram o
empenho pessoal do Coordenador do LADETEL, Prof. Dr. Miguel Dabdoub, assim
como da Universidade de São Paulo na obtenção dos importantes resultados
descritos no Simpósio com a utilização de B30, pois "por serem resultados
concretos servirão como ponto de partida para o Programa Oficial de Testes
que está sendo elaborado" afirmaram.
Notícias da France Press, European Press, Folha de São Paulo, Estado de São
Paulo, Gazeta Mercantil e outros importantes veículos são transcritas a
seguir.
Central de Notícias BiodieselBrasil
BIODIESEL É APROVADO EM TESTE
DE MOTORES DE ALTA TECNOLOGIA
Pesquisadores da Universidade de São Paulo e do
Grupo francês PSA Peugeot Citroën comprovaram que o biodiesel de soja e cana pode ser usado em motores de alta
tecnologia sem afetar rendimento. A pesquisa para estudar o uso de um biodiesel 100%
vegetal acontece desde 2003, numa parceria entre o Laboratório de
Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (Ladetel) da USP de Ribeirão Preto e as montadoras francesas
Peugeot e Citroën. Resultados preliminares foram apresentados no dia 1º de
setembro. Segundo Miguel Dabdoub, coordenador da pesquisa, o desafio foi
desenvolver um combustível que pudesse ser usado nos motores a diesel de última
geração produzidos pela montadora e que rodam na Europa há mais de dez anos com
biodiesel produzido a partir de óleo de canola e metanol. Testes no Brasil
mostraram que o biocombustível brasileiro, misturado na proporção de 30% ao
diesel metropolitano, foi bem aceito. De acordo com Dabdoub, no Brasil o
biodiesel pode ser produzido a partir de culturas como dendê, mamona, babaçu e pequí,
entre outras. Ele afirma que, se o governo aprovar a mistura de apenas 2% de
biocombustível ao diesel metropolitano, a partir de 2005, a demanda será de 800
milhões de litros por ano.
Fonte: Valor Econômico
BIODIESEL REDUZ EMISSÃO DE GASES
POLUENTES, MOSTRAM TESTES
O
grupo PSA Peugeot Citroën, em uma parceria com o LADETEL da USP -
Universidade de São Paulo, Campus de Ribeirão Preto apresentaram os dados preliminares de testes com
biodiesel etílico de soja. Os resultados foram positivos: a emissão de gases
poluentes foi reduzida em até 16%, os motores não apresentaram qualquer tipo
de problema, mantendo a potência e o torque como os veículos movidos à
gasolina. Os testes não foram finalizados, pois os veículos, que percorreram
cerca de 100 mil quilômetros, ainda vão percorrer mais 60 mil. O coordenador
nacional da pesquisa, Miguel Dabdoub, afirmou que os benefícios do biodíesel
vão além da preservação do meio ambiente, como geração de empregos,
diminuição do êxodo rural, desenvolvimento da agricultura familiar, redução
das importações de diesel e satisfação do consumidor. Para ele, o Brasil,
que já detém a tecnologia do álcool combustível, tem todo o potencial para o
desenvolvimento do biodiesel. “O Brasil tem grande fartura de plantas
oleaginosas, como a soja, babaçu, mamona, amendoim e até o pequi, usado na
culinária”, afirmou.
Miguel Dabdoub acredita que futuramente o país poderá exportar biodiesel,
sendo que a comunidade européia tem grande interesse no uso de combustíveis
renováveis. Por isso a certificação por parte da europa, do biodiesel
produzido pelo LADETEL se reveste de especial importância, afirmou o
pesquisador.
De acordo com o chefe do departamento de combustível e química do grupo, Gérard Belot, os carros foram testados em Curitiba (PR) e Ribeirão Preto
(SP). O combustível utilizado (B-30) foi desenvolvido com a mistura de
diesel, com 30% de biodiesel. O governo brasileiro já autorizou a mistura de
2% de biodiesel ao diesel a partir do ano que vem.
Fonte:
Radiobrás
USP MOSTRA CARROS QUE RODARAM 100
MIL QUILÔMETROS COM BIODIESEL
O Laboratório de
Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (Ladetel) da Universidade de São Paulo
(USP) apresentou hoje, em Brasília, os resultados parciais obtidos com dois
carros abastecidos durante meses com biodiesel etílico de soja, o B-30. Os
veículos, um Xsara Picasso e um Peugeot 206 rodaram 100 mil quilômetros pelo
país. Entre os resultados positivos estão itens como redução da emissão de
poluentes, manutenção da potencia e torque dos motores, sem a constatação de
nenhum problema. O combustível vegetal foi desenvolvido pelo LADETEL e
utilizado na parceria com o grupo PSA, Peugeot Citroën e enviado também para análise química na Europa. O
coordenador da pesquisa e do projeto biodiesel da USP, professor Miguel Dabdoub, disse que dependendo da planta oleaginosa escolhida, o país poderá
gerar até 1,3 milhões de empregos. O governo já autorizou a mistura no
diesel de 2% de biocombustível a partir do início do ano que vem.
Fonte: Udop, Agência
Brasil
BIODIESEL APRESENTA BONS
RESULTADOS EM PESQUISA
O Laboratório de
Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (Ladetel) da Universidade de São Paulo
(USP) e o grupo PSA Peugeot Citroën apresentaram no dia 1º de setembro em
Brasília os primeiros resultados parciais obtidos com a utilização de uma
mistura de biodiesel em dois veículos que já rodaram 100 mil quilômetros. Os
carros, um Xsara Picasso e um Peugeot 206, rodaram 100 mil quilômetros pelo
País movidos a B-30, combustível criado a partir da mistura de diesel com
30% de biodiesel proveniente de óleo de soja e álcool etílico. O programa do
governo federal prevê uma mistura de 2% de biodiesel ao diesel a partir do
ano que vem. Os dois veículos Peugeot e Citroën devem rodar mais 60 mil
quilômetros.
Entre os resultados positivos apresentados na pesquisa ontem, estão a
redução da emissão de poluentes, manutenção da potência e torque dos motores
sem a constatação de problemas. O combustível vegetal foi desenvolvido pelo
LADETEL da USP de Ribeirão Preto e usado em
parceria com o grupo PSA Peugeot Citroën e enviado também para análise
química na Europa.
O coordenador da pesquisa e do projeto biodiesel da USP, professor Miguel Dabdoub, afirmou que a emissão de gases poluentes foi reduzida em até 16% e
os motores não apresentaram qualquer tipo de problema, além de manterem a
potência e o torque como a verificada nos veículos movidos à gasolina.
De acordo com Dabdoub, os benefícios do biodiesel vão além da preservação do
meio ambiente e da geração de empregos em áreas pouco desenvolvidas do País,
como o semi-árido nordestino. Ele aponta a redução das importações de diesel
e a satisfação do consumidor. Dependendo da oleaginosa escolhida, o País
poderá gerar até 1,3 milhões de empregos, afirma Dabdoub. Para ele, o Brasil,
que já detém a tecnologia do álcool combustível, tem grande potencial para o
desenvolvimento do biodiesel. "O Brasil tem grande fartura de plantas
oleaginosas, como a soja, babaçu, mamona, amendoim e até o pequi, usado na
culinária", afirmou o pesquisador.
Dabdoub disse que futuramente o Brasil poderá exportar biodiesel,
principalmente para países da comunidade européia, que tem grande interesse
no aumento do uso de combustíveis renováveis em substituição aos fósseis.
Segundo o chefe do departamento de combustível e química do grupo, Gérard
Belot, os carros foram testados em Curitiba e Ribeirão Preto e a qualidade
do combustível e do trabalho realizado pelo LADETEL é inquestionável.
Fonte: Gazeta Mercantil
LE Brésil teste
avec succès un biodiesel à base de soja 16% moins polluant
Un biodiesel de brevet brésilien obtenu à
partir d'huile de soja, 16% moins polluant que l'essence, a été testé
avec succès sur des voitures du groupe Peugeot-Citroën PSA, ont
indiqué des spécialistes à Brasilia.
Le nouveau combustible écologique, obtenu à partir de la
transformation chimique de l'huile de soja et constitué de 30% de
biodiesel et de 70% de diesel, a été développé par des chercheurs du
Laboratoire de Développement de technologies propres (Ladetel) de
l'Université de São Paulo.
Les tests ont commencé il y a un an avec une Citroën Xsara Picasso et
une Peugeot 206 qui ont parcouru 100.000 km. Quand elles auront fait
160.000 km, de nouvelles analyses seront faites.
Le professeur Gérard Belot, spécialiste en recherche de moteurs et
combustibles chez PSA Peugeot-Citroën, a affirmé que si l'on compare
les performances des voitures au biodiesel avec celles des voitures à
essence, on observe qu'elles sont similaires au niveau de la
consommation. Mais les voitures au biodiesel sont "bien moins
polluantes, avec une réduction de 16% des émissions de fumée et de gaz".
Le coordinateur du projet Biodiesel au Brésil et du Ladetel, Miguel
Dabdoub, a rappelé que le Brésil produisait déjà du biodiesel à partir
de l'alcool de canne-à sucre (éthanol) et que ce nouveau combustible à
base de soja représentait un nouveau débouché pour le pays.
Il a indiqué que cela permettra au Brésil de réduire sa dépendance par
rapport aux biocombustibles obtenus à partir du pétrole et créera une
nouvelle source de revenus pour les cultivateurs de soja. Le Brésil
est actuellement le second producteur mondial de soja.
Il a ajouté que le Ladetel développera des recherches similaires avec
du biodiesel produit à partir d'autres plantes oléagineuses comme le
ricin, le tournesol et l'huile de palme.
Pour Dabdoub, il est indispensable que le gouvernement fixe des règles
transparentes pour encourager les investissements dans le secteur.
Toute la réglementation technique et fiscale pour l'utilisation du
biodiesel sera prête en novembre mais le gouvernement a déjà fixé à 2%
la quantité de biodiesel qui sera mélangé au diesel combustible.
France Press (AFP)
PSA COLABORA CON LA UNIVERSIDAD
DE SÃO PAULO PARA FOMENTAR EL BIODIESEL COMO COMBUSTIBLE ALTERNATIVO
El biodiesel
como combustible se ha convertido en una "esperanza alternativa" para
solucionar los problemas que plantea el transporte terrestre en Brasil,
según unas pruebas recientes realizadas por el Laboratorio de Desarrollo de
Tecnologías Limpias (Ladetel), de la Universidad de Sao Paulo y el
fabricante francés PSA Peugeot-Citroën, que participó con dos de sus
unidades de distinto modelo.
Según informa la Agencia IPIS (Inter Press Service), el resultado, divulgado
recienteme en Brasilia indica que los vehículos mantienen su rendimiento
normal usando este combustible, llamado B-30, compuesto por un 30 por ciento
de biodiesel y un 70 por ciento de combustible para motores diesel derivado
del petróleo. La ventaja es la reducción de las emisiones de humo y gases
contaminantes hasta en un 16 por ciento como promedio, según señaló el
coordinador de Ladetel, Miguel Dabdoub.
El biodiesel probado fue elaborado a partir del aceite de soja, de la que
Brasil es uno de los grandes productores mundiales. Además, se están
realizando en el país numerosas investigaciones con diferentes fuentes de
aceites vegetales, entre las que se cuenta el ricino, la palma y otras
oleaginosas, como el girasol, el maní o la semilla de algodón.
Estas pruebas ya se desarrollan en 21 de los 27 Estados brasileños. En
algunos casos se toma el aceite vegetal ya usado en restaurantes y la grasa
extraída del agua utilizada en el medio urbano. Algunas frutas nativas,
especialmente de la Amazonía, también ofrecen la materia prima.
El aceite vegetal, e incluso la grasa animal, pasa por una transformación en
la que se utiliza metanol o etanol para convertirlo en biodiesel. Este país
sudamericano tiene la ventaja de disponer de abundante producción de alcohol
a partir de la caña de azúcar, lo que abarata el proceso.Aunque el coste del
biodiesel es por ahora más elevado que el diesel mineral, ese perjuicio
económico "es compensado con creces por los beneficios ambientales", según
apuntó Dabdoub. La posibilidad de aprovechar la fuente local más productiva
de aceite vegetal puede reducir esa desventaja. Brasil cuenta con la
experiencia del programa del "alcohol carburante", iniciado hace 30 años,
tras la gran crisis petrolera de 1973.
En aquellos momentos el etanol de caña sustituyó gran parte de la gasolina
consumida en el país. Cerca de 20 por ciento de los automóviles existentes
en Brasil, que suman de cuatro a cinco millones, lo utilizan como
combustible exclusivo. Además, toda la gasolina nacional lleva una mezcla de
20 a 25 por ciento del alcohol, contribuyendo a ahorrar así importaciones
petroleras y a reducir la contaminación atmosférica en las ciudades.
REGULACION
DEFINITIVA.
Está previsto que el programa de biodiesel se inicie oficialmente en el país
el próximo mes de noviembre, cuando el gobierno de Lula da Silva apruebe la
regulación definitiva de su producción y consumo, autorizando inicialmente
el B-2, una mezcla de sólo 2 por ciento al diesel mineral, que en un futuro
próximo se espera elevar al 5 por ciento. Será un programa muy distinto del
alcohol, porque se hará con una "visión estratégica, con más cuidado y
buscando distintos objetivos", entre los que destaca la inclusión social,
según señaló el ministro de Ciencia y Tecnología del país, Eduardo Campos.
El B-2, que el gobierno autorizará a partir de noviembre, exige el cultivo
adicional de 150.000 hectáreas de oleaginosas, generando una fuente de
ingresos para 30.000 familias de pequeños agricultores, según destacó el
ministro de Desarrollo Agrario, Miguel Rossetto.
Además, el biodiesel está promoviendo la siembra principalmente de ricino en
tierras semiáridas del noreste, una de las regiones más pobres de Brasil.
Así, numerosos proyectos de producción en pequeñas comunidades de
agricultores familiares se están diseminando por la región, abriendo
perspectivas de reducción de la pobreza y el éxodo rural.
European Press -
Madrid
A PARTIR DE JANEIRO VEÍCULOS
PODERÃO RODAR COM BIODIESEL
Numa época em que
os motores bicombustíveis ressuscitaram o álcool, e o petróleo, 40 anos
antes de sua extinção, bate recordes de preço, o Brasil começa a pensar numa
nova fonte energética. É o biodiesel, que pode ser feito com óleos de soja,
mamona, dendê e pequi ou até mesmo a gordura resultante de frituras ou
esgoto.
A partir de janeiro de 2005, o governo permitirá que haja uma mistura de 2%
de biodiesel no diesel. No posto, não haverá nenhum aviso se há ou não o
combustível alternativo, e o consumidor tampouco saberá de qual material foi
feito. Não é preciso fazer adaptações nos motores, e estudos apontam que
eles podem rodar com até 30% de biodiesel.
O único impacto imediato para o consumidor será a queda nas emissões de
poluentes. Estima-se que o litro do biodiesel custe R$ 1,24 -no entanto, com
a porcentagem pequena, na bomba, o aumento deve ser de R$ 0,02. Não há
alterações no consumo.
Mas, a 118 dias do início da nova legislação, o Brasil ainda não tem uma
norma em relação ao biodiesel. Será preciso mudar o estatuto da Agência
Nacional do Petróleo. "Levando em conta todos os que dizem que fazem, ainda
não temos 15 produtores", contabiliza Miguel Dabdoub, coordenador do projeto
Biodiesel do Ladetel (Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas
da Universidade de São Paulo).
Ele já rodou mais de 100 mil quilômetros com uma Citroën Xsara Picasso e um
Peugeot 206, além de caminhões e tratores movidos a biodiesel de soja.
Segundo Gérard Belot, chefe do departamento de combustíveis e química da PSA
Peugeot Citroën, não houve variação de potência nem de torque, e os veículos
emitiram 11% menos monóxido de carbono.
Fonte: Folha
de São Paulo
Peugeot-Citroën testa eficiência do biodiesel
Experiência, feita pela USP, mostra que emissão de gases
poluentes é bem menor
BRASÍLIA
- O uso do biodiesel como combustível no País permitiria uma redução nas
emissões de gases poluentes no ar, como gás carbônico, além de ampliar a
matriz energética brasileira. Essas foram as principais conclusões
apresentadas ontem pela direção da montadora Peugeot-Citroën e pelo
Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (Ladetel) da USP a
partir dos resultados de um programa de testes de rodagem pelo Brasil de
dois carros da montadora.
O biodiesel testado foi desenvolvido pelo
Ladetel a partir da transformação química do óleo de soja, constituído de
uma proporção de 30% de biodiesel e 70% de diesel. Os testes se iniciaram em
setembro do ano passado e os veículos já rodaram cerca de 100 mil
quilômetros. A meta é atingir 160 mil km, quando serão feitas novas análises
de desempenho.
De acordo com o chefe de Departamento de
Combustíveis e Química dos Sistemas do Grupo PSA Peugeot-Citroën, Gérard
Belot, ao se comparar o desempenho dos carros movidos a biodiesel e outros
movidos a gasolina observou-se um desempenho similar, um consumo de
combustível maior em cerca de 1% nos carros a biodiesel e uma redução média
de 16% nas emissões de fumaça e gases poluentes.
Fonte: O Estado de São Paulo
Para maiores informações, visite o
Portal Biodiesel Brasil,